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Crianças aprendem aquilo que vivem

Esse texto sobre crianças foi presente de uma amiga muito querida, em uma moldura elegante e discreta. É coisa para pendurar na parede, ler todos os dias e colocar em prática sempre!

Achei muito sábio, guardei e hoje resolvi partilhar com vocês, já que para este final de semana a minha inspiração na cozinha limitou-se a um pão, feito a partir da Massa Multiuso ligeiramente modificada. Aliás, cozinhem delícias saudáveis com seus filhos. Ensiná-los a comer e cozinhar bem é uma forma de carinho, é uma forma de cuidar e é uma maneira de passar horas gostosas juntos.

Falo dele amanhã.

Leiam e reflitam…          

Se crianças vivem criticadas,

aprendem a condenar.

Se uma criança vive com hostilidade,

aprende a brigar.

Se uma criança vive envergonhada,

aprende a sentir-se culpada.

Se crianças vivem com tolerância,

aprendem a ser tolerantes.

Se uma criança vive com estímulo,

aprende a confiar.

Se crianças vivem apreciadas,

aprendem a apreciar.

Se uma criança vive com equidade,

aprende a ser justa.

Se crianças vivem com segurança,

aprendem a ter fé.

Se uma criança vive com aceitação,

aprende a respeitar-se.

Se uma criança vive com amizade,

aprende a encontrar o amor no mundo.

Acréscimo meu:

Se uma criança aprende desde cedo a comer de forma saudável, será saudável e radiante para o resto de sua vida.

Cuide das crianças com comida de verdade!

Cuide da alimentação das suas crianças desde as primeiras porções. O meu livro As Primeiras Papinhas do Bebê vão te ajudar nesta importante tarefa! O livro está disponível em versão impressa, e-book Kindle ou em PDF.

Quem é a Pat FeldmanPat Feldman

Pat Feldman é culinarista, criadora do Projeto Crianças na Cozinha (www.criancasnacozinha.com.br), que visa difundir para o grande público receitas infantis saudáveis, saborosas e livre de industrializados. É também autora do livro de receitas A Dor de Cabeça Morre Pela Boca, escrito em parceria com seu marido, o renomado médico Alexandre Feldman.

12 comentários

  1. Eu acredito viemente nisso… pois cresci assim, apreciando comida e o cozinhar… saudavel, de boa proveniencia e organico e assim sou ate hoje e por isso nao tenho vontade de comer porcarias e doces – bolachas, salgados e refrigerantes nunca foram parte da minha dieta e nao como pois nao gosto… ficou muito mais feliz qdo a minha cesta de organicos da semana chega – o que fazer com certo legume inusitado? Eu tenho um apetide de leao, como muito bem mas sou magra – porque? Apenas comida de verdade. E como funcionou comigo assim sigo com meus filhos….

    Sabe que eu li hj aqui na Inglaterra? O governo esta fazendo um propaganda pesada no consumo de sal, que deveriamos apenas ingerir 0.6gr por dia. Fiquei pensativa ja que gosto de sal mas no final da reportagem diz que 75% do sal que consumismo vem de processados!

    1. Patricia, você já leu aqui no site o artigo onde falo sobre o “sal de verdade”? Essa campanha é válida, mas ela deveria ser mais bem explicada. Sal de verdade é parte importante da nossadieta, mas esse sal de processados é totalmente dispensável.

  2. Concordo plenamente com o texto acima, mas pra quem tem anos de costumes errados, não é fácil mudar derrepente, principalmente as crianças, ainda mais quando são crianças difíceis pra comer. Por exemplo: Não consigui ainda tirar o açúcar da alimentação deles, entre outras coisas.BJS…

    1. Célia, a questão é justamente essa: muitas crianças possuem maus hábitos simplesmente por desconhecerem os bons, e acho que o texto mostra isso em todos os aspectos.
      No que diz respeito a alimentação, se a criança aprende desde cedo que açúcar, chocolate, bala e biscoito é que são bons, é que são comidas de festa e alegria, dificilmente vão aceitas opções saudáveis, mas tidas como “comidas chatas”…

  3. Oi Pat, tudo bem?
    Quero repassar para minhas amigas mães o texto muito sábio sobre as crianças.Vc não quer citar a fonte?
    Beijos

  4. O exemplo que damos as crianças é fundamental. As crainças repetem ou imitam os adultos. São nossos reflexos. Ontem no shopping meu filho preferiu almoçar comigo legumes,carnes e massas ao invez do fast food. Ele ainda chamou a atenção do irmão (que preferiu o tal fast food), falando como a comida estava deliciosa, e deixando o irmão provar um pouco.

  5. Pat, esse texto é adaptado do livro “Crianças aprendem o que vivenciam”, de Rachel Harris e Dorothy Nolte. Segundo as autoras, ele começou com um poeminha de uma delas que fez muito sucesso, sendo repassado adiante, e elas resolveram desenvolver cada parte, com exemplos e dicas.

  6. Pat, obrigada por compartilhar este texto, ele deveria estar na cabeceira de todos os pais e educadores, incluídas aqui as babás a quem a educação de muitas crianças hoje em dia é delegada quase que totalmente, e nós pais (que infeliezmente por vezes me incluo) participamos de camarote aos finais de semana somente do resultado da vivência diária e exemplo de vida que eles adquirem no convívio diário.
    Um beijo e parabéns pelo seu ser Mãe, com M maiúsculo!

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