O jogo do contente

by Pat Feldman on 04/04/2009 · 5 comments

in Livros, RECOMENDO, Vídeos e filmes

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Um dos primeiros “livros sem figura” que li na vida foi o clássico Pollyanna, uma delícia de livro, que nos ensina coisas simples e alegres e que teimamos em nos esquecer. Poliana nos ensina o “jogo do contente”, que deveríamos aprender e incorporar definitivamente na nossa vida. o mundo com certeza seria muito melhor ocm mais Polianas por aí!

Li o livro algumas vezes, de tanto que gostei, e depois a sua continuação, Poliana Moça, do qual sinceramente já não me lembro tão bem, mas que com certeza foi uma excelente leitura.

Na minha ida à Disney, entrando numa loja especializada em CDs e DVDs, sem estar procurando, dei de cara com o filme para vender e fiquei tão feliz que ocmprei na hora. Já assisti inteirinho uma vez, mas com certeza terão outras, outras e mais outras.

Recomendo muitíssimo!!

Deixo a seguir uma pequena amostra que achei no YouTube, infelizmente sem legendas, porém mesmo sem entender, dá para sentir o clima.

Bom domingo a todos!

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{ 5 comments }

Maria Christina de Sousa April 5, 2009 at 9:40

Pollyana e o jogo do contente tem me ajudado muiiiiiiito nesses meses pós cirurgia do ombro, em que minha recuperação tem se dado com a velocidade em que um bicho preguiça se move. Ir 3 x semana para a fisioterapia nos últimos 7 meses é uma chatice mas sob o prisma de Pollyana eu acabei conhecendo mulheres incríveis na Clínica, inclusive uma versão nacional da Margareth Mee que ganhou inclusive uma bolsa da Fundação para estudar na Inglaterra. Assim que voltar do meu trekking Patagõnico vou começar a me aventurar pelo mundo dos pincéis e soltar meu talento, se é que tenho algum, nas aquarelas.
Há tempos atrás ganhei de uma amiga um sapato laranja cujo feitio se assemelhava a um bico de pato – ter + de 50 anos nos confere certas liberdades que quando mais novas não ousamos sequer a experimentar. Minha filha muito antenada com a moda queria saber de onde eu havia tirado aquela coisa horrorosa, e eu prontamente respondi que viera na “barrica dos missionários”.
Para quem não faz a menor idéia do que seja uma barrica missionária, nos anos 60 era comum os missionários americamos trazerem para as igrejas e seminários batistas toneladas de donativos em roupas, casacos, calçados e até guloseimas.

Elisa April 6, 2009 at 1:24

Pat,estarei amanhã mesmo adquirindo um exemplar das Pollyannas. Quero rever ! Agora, como adulta…rs
ah ! Maria Christina ! Gostei muito de ler voce. Tudo muito interessante ! Recordei a inesquecível Margareth Mee.
TB posso atestar sobre a ousadia dos mais de 50 anos,(é a parte “contente” de “meio século” ); pude até visualizar um sapato tipo “bico de pato” e ainda LARANJA nos seus pés! rs rs rs Incrível ! rs rs A vida é cheia de oportunidades, e temos mais que aproveitá-las, curtí-las, pois são a nossa VIDA ! E fica tudo mais fácil, mais leve, mais “contente”, fazendo dos momentos, como voce aí…fazendo de um pós-operatório longo e que requer grande paciência, uma experiência pessoal maravilhosa e descrevendo tudo de bom que tem encontrado e compartilhando com nós outros. Nos fazendo crescer tb ! DEUS lhe abençõe e à sua recuperação ( que a velocidade do bicho preguiça, daqui prá frente, seja a de uma lebre a correr, rs) ok? abraços.

oliveira December 3, 2009 at 10:26

Moças,
Estava em busca do livro que discutimos aqui e, lendo seus comentários, resolvi fazer o meu.
Trabalhei durante (quase) 10 anos como gerente industrial num ambiente bastante estressante. Raramente eu conseguia, por exemplo, saber a que horas chegaria em casa – ou qual a surpresa (desagradável) cada novo dia me reservava. Mas uma coisa da qual eu jamais abri mão foi de buscar minha filha mais velha na escola todas as sextas-feiras. Fiz isso religiosamente durante todos estes anos. Quando chegava à escola ela me chamava pra brincar com as crianças. E então eu despia toda aquela compostura profissional e me largava como um doido a correr com as crianças pelo pátio (eu era o único pai que fazia isso), pagando todos os micos possíveis.
Fazíamos isso por meia-hora ou um pouco mais e quase sempre eu saía de lá me sentindo muito bem, por muito estafante que tivesse sido o meu dia – certamente saía de lá me sentindo melhor do que havia chegado.
Hoje minha filha está mocinha e esta é uma das lembranças que eu percebo que ela cultiva e que a marcou.
Ah, hoje tenho um trabalho muito mais light.
É como diz um amigo: felicidade não tem medida, mas é uma direção que se escolhe na vida. (ele é melhor filósofo do que poeta).

Katia December 10, 2010 at 9:56

É lindo o livro, não encontrei o filme quando fui agora, depois que li a sua matéria até procurei, mas não encontrei. mas neste verão vou reler o livro. Realmente precisamos de mais polianas nesta vida… bjs

lucas August 18, 2011 at 22:32

Eu tive montar uma esquete teatral e apresentar na minha escola

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