Vamos falar de autismo?

by Pat Feldman on 23/11/2008 · 52 comments

in ARTIGOS, Autismo

O “casal enxaqueca” e a Dra. Natasha Campbell McBride, médica radicada na Inglaterra, super fera no assunto, com altíssimo índice de CURA de autismo e esquizofrenia em sua clínica, a partir – unicamente – da alimentação. Mãe de um EX-autista.

Desde que comecei o site Crianças na Cozinha, em janeiro de 2007, tenho recebido cada vez mais a vista de pais e mães de crianças diagnosticadas com autismo. As taxas de crianças diagnosticadas com autismo têm aumentado dramaticamente nos últimos anos.

Participei de congressos, assisti palestras interssantíssimas da médica Natasha Campbell-McBride e aos poucos fui me interessando mais pelo assunto, que ainda é bastante mal compreendido pela sociedade e infelizmente por muitos médicos.     

Ouvia a tudo atentamente, mas confesso que nunca me interessei verdadeiramente em me aprofundar . Não tenho proximidade com nenhuma família autista e nunca tinha conhecido uma criança autista. O que lia e ouvia, o quanto me informava, era pura curiosidade.

Há alguns meses meu filho estava brincando no clube, na sala dos brinquedos, quando chegou um outro garotinho com idade próxima à dele. Um garotinho meio quieto para a idade, mas a afinidade entre eles foi quase instantânea e logo estavam brincando juntos alegremente. Daqui a pouco os dois estavam na maior correria ao ar livre, no parquinho, subindo e descendo de todos os brinquedos. O garotinho lindo ía um pouco mais devagar que meu filho, mas o meu pequeno é tão acostumado aos tais brinquedos, que ele naturalmente se vira por ali melhor do que aquelas crianças que só aparecem ocasionalmente.

A mãe do garotinho estava ali por perto e nós começamos a conversar. Eu logo notei o olhar de encantamento dela vendo os dois brincarem com tanta alegria. Eu também estava me divertindo muito e estava orgulhosa do meu pequeno, que com toda a paciência do mundo ensinava todas as brincadeiras ao lindo garotinho.

Papo vem, papo vai, e eu nem sei como a conversa foi parar nesse assunto, a mãe do garotinho me contou que ele fora diagnosticado com Síndrome de Asperger, nome que se dá ao autismo de grau leve. Foi então que ela falou o quanto estava emocionada em ver os dois brincando tão juntos, e interagindo tão bem. Ela disse que nunca antes vira o filho interagir tão bem com outra criança e elogiou o quanto meu filho estava tendo paciência e carinho com o garotinho. Eu fiquei tocada!

Fiquei tocada e na mesma hora uma curiosidade sobre o assunto apareceu. A palestra da Dra. Natasha Campbell-McBride, que havia assistido em nos Estados Unidos, no ano passado, veio à minha mente na hora!

Agora, voltando de mais um congresso, onde passei um dia inteiro numa aula fantástica com a Dra. Natasha, e com o excelente livro dela em mãos, estou aprendendo muitíssimo e vou ter muito a contar para vocês sobre o assunto. São pesquisas super inovadoras, feitas por uma médica E nutricionista excelente, além de mãe de um EX-AUTISTA. Sim, foi isso mesmo que eu escrevi: ex-autista! A médica e mãe curou o garoto. Eu o conheci, ele é perfeitamente normal!! O melhor cartão de visitas!!

Visto que o assunto é importante, a procura por informações vem crescendo a cada dia, e segundo a Dra. Natasha Campbell McBride, tem TUDO a ver com ALIMENTAÇÃO, então decidi que AUTISMO merece uma categoria inteira no site Crianças na Cozinha. CLIQUE AQUI para ler o que já foi publicado aqui sobre o assunto – pouco, por enquanto – e fique de olho porque novos artigos aparecerão periodicamente!

Inauguro “oficialmente”, hoje, a nova categoria traduzindo para vocês um texto da Dra. Natasha Campbell McBride sobre seu filho, que eu conheci pessoalmente. É lindo o carinho que existe entre os dois. Aproveitem!


MEU FILHO

por Natasha Campbell McBride

A Dra. Natasha Campbell McBride é uma renomada neurologista, também com pós-graduação em nutrição, que reside e atende em Cambridge, Inglaterra com seu marido e seu filho diagnosticado com autismo, que nasceu no outono de 1992. Sua clínica trata crianças autistas do mundo todo e atualmente ela está trabalhando em um livro sobre o assunto, com tratamentos que têm efetivamente funcionado. Este texto foi escrito em fevereiro de 2003.

Meu filho tem 10 anos. Ele estuda numa escola especial e vem se saindo muito bem. Suas conquistas acadêmicas são perfeitamente compatíveis com sua faixa etária, se bem que matemática não é seu ponto forte. Ele pode ser meio “pateta” no que se refere a relacionamentos sociais, mas ele tem amigos e as crianças em geral gostam muito dele. Ele é infantil e hiperativo em algumas ocasiões, mas por vezes mostra uma maturidade incrível. Seu linguajar é impressionante, com um vocabulário acima da média para a idade e ele adora escrever poesias e estórias curtas. Ele está aprendendo piano e tem se saído muito bem, particularmente compondo a própria música. Ninguém pode jamais suspeitar o que essa crianças e seus pais enfrentaram. Ninguém que o conheceu agora, pensaria por um instante em ligá-lo de alguma forma com o autismo. Isso é agora. Me pediram para rever o passado e descrever como chegamos a isso.

É sempre doloroso para uma mãe relembrar anos de desespero e trabalho tão duro com uma criança autista. É particularmente doloroso dar-se conta das inúmeras coisas que você fazia errado. Se nós ao menos soubéssemos naquela época o que sabemos agora! Se nós ao menos tivéssemos feito isso ou aquilo quando ele era menos, quem sabe ele tivesse se desenvolvido de outra forma!

Entretanto eu não me arrependo nem por um momento de ter feito parte da jornada de aprendizado mental e espiritual pela qual meu filho me levou. Quando ele nasceu eu era uma médica especializada em neurologia com 7 anos de experiência profissional. Mas como bem dizem, os médicos são sempre os piores pacientes. Quando acontece algo com seu próprio filho, você se torna teimoso e cego como qualquer outro pai. Alé de tudo, como os pais de autistas acabam descobrindo, os médicos sabem muito pouco sobre autismo. Eles são ensinados como diagnosticar, mas sobre o tratamento adequado a medicina convencional nada tem a oferecer. Pelo contrário, é um inferno vê-los tentar convencer a você de que não há nada a fazer e qualquer outra opinião é pura bobagem. Por isso, ser médica, neste caso, para mim não foi vantagem alguma.

Nosso filho foi diagnosticado como autista aos 3 anos de idade. Após o choque inicial, meu marido e eu procuramos aprender o máximo possível sobre autismo. Naqueles tempos não havia muita informação disponível sobre o assunto como há agora, mas pelo menos havia alguma coisa que dava esperança ao nosso filho. Eu me lembro de alguém que nos deu o telefone de um tal Dr. Rimland, na Califórnia. Nós tivemos uma longa conversa com ele e o resultado foi que nosso filho ingressou num programa “A B A”  (nota da Pat: A B A = Applied Behavior Analysis, uma das mais importantes técnicas utilizadas no tratamento do autismo) aos 3 anos e meio. Ao mesmo tempo ele começou a tomar “DMG” (nota da Pat: DMG = dimetilglicerina, um remédio que tecnicamente pode ser classificado como um alimento, e que em alguns casos traz muito bons resultados). A conversa com o Dr. Rimland foi como um raio de sol nas nossas vidas. Ele era uma pessoa que sabia tanto sobre autismo e estava preparado para dividir seus conhecimentos conosco. Aqui estava um pai de um autista que não aceitou o posicionamento oficial sobre autismo e dedicou sua vida inteira atrás de mudar conceitos. Eu tenho certeza de que milhares famílias ao redor do mundo srão eternamente gratas a este homem. Eu quero acrescentar a minha família a esta lista.

Desde o seu início, o programa A B A estava operando verdadeiros milagres no nosso filho. Eu nunca vou me esquecer do nosso primeiro encontro com nossa consultora A B A, que veio dos Estados Unidos para nos ver na Inglaterra. Ao final de dois exaustivos dias  de treinamento ela nos disse que esperava ver nosso filho falar pequenas sentenças em apenas 3 meses. Todos nós, inclusive nossos 5 profissionais de saúde encarregados do tratamento do nosso filho, pensávamos que ela estava sonhando porque nosso filho não falava absolutamente nada e seu entendimento do que falávamos era bastante duvidoso. Mas para nossa grata surpresa, ela estava certa! Nós meticulosamente gravamos em vídeo todo este período do nosso filho. Em 3 meses nós éramos perfeitamente capazes de manter uma conversação com ele.

Conforme nosso filho ia avançando no programa A B A, eu dediquei todo meu tempo aprendendo mais e mais sobre biologia, bioquimica e nutrição no autismo. Era claro para mim que o fato de nosso filho ser tão enjoado com comida – resultado: tinha uma dieta muito pobre – estava relacionado ao seu autismo. Eu voltei para a universidade e peguei um mestrado em ciências de nutrição humana. Eu dediquei atenção particular nas patologias do sistema digestivo e como tratá-las naturalmente. A razão do meu interesse era o fato do sistema digestivo do nosso filho quase nunca ter funcionado normalmente até então. Começando no dia em que introduzimos os primeiros alimentos sólidos, nós atravessamos períodos de constipação grave que se alternava com constantes diarréias. Novamente as consultas com a medicina convencional se mostravam decepcionantes. À parte das drogas convencionais, para tratar os sintomas e repletas de efeitos colaterais, não podíamos oferecer nada ao nosso menino que aliviasse seus problemas digestivos, constantes candidíases e uma tremenda dificuldade com alimentação. Ao mesmo tempo, estava claro para mim que seu sistema imunológico encontrava-se em total desarranjo graças à sua dieta tão pobre. Como muitas crianças autistas, ele passou por infecções de ouvido, infecções respiratórias, impetigo e sapinho (candidíase) causado por fungos. E é claro que tudo o que meus colegas médicos ofereciam eram antibióticos e mais antibióticos.

Baseada no conhecimento que acabara de adquirir, eu mudei completamente a dieta dele. Nossa consultora A B A nos auxiliou a desenvolver uma sistemática para introduzir novos alimentos a nosso filho. Sem essa sistemática teria sido impossível mudar a sua dieta, uma vez que ele era tão enjoado para comer. Examinando dietas bem-sucedidas em crianças com severos problemas digestivos como colite ulcerativa, doença de Crohn e má nutrição crônica, eu me dei conta de que introduzir, única e simplesmente, uma dieta isenta de gluten e caseína não seria o suficiente para meu filho. Então trabalhei para desenvolver uma opção ainda mais natural e mais focada, mas que também excluísse gluten e caseína. O resultado foi fantástico, como se alguém tivesse retirado uma nuvem tóxica do cérebro de meu filho! Ele estava muito mais calmo e muito mais apto a aprender. Seu contato visual melhorou tremendamente e muito da auto-estimulação (nota da Pat: auto estimulação = sintoma muito característico do autismo, no qual o indivíduo fica se tocando ou se batendo com a mão) desapareceu.

Nessa mesma fase, introduzimos também uma forte terapia probiótica. Não havia dúvidas de que sua flora intestinal era anormal. Desde muito cedo eu tentei dar a ele diversos tipos de probióticos, disponíveis no mercado, com nenhum resultado especial, até que eu achei uma fórmula que funcionava. Era potente o suficiente para curar seu sistema digestivo de tal forma, que podíamos até nos dar ao luxo de fugir da sua dieta restrita vez ou outra sem problema algum. Ao memso tempo essa terapia deu uma bela levantada no sistema imunológico do nosso garoto de tal forma, que agora eu já não me lembro do último resfriado que ele teve. Agora ele parece a própria imagem da saúde, com bochechas rosadas e olhos radiantes (Nota da Pat: isso é verdade até hoje, eu conheci o garoto e posso confirmar pessoalmente o que ela diz!), e ele é cheio de energia! Desde então eu desenvolvi minha própria fórmula de probióticos, que tem funcionado muito bem com crianças autistas e pessoas com problemas digestivos ou problemas de imunidade.

É impossível superestimar o tamanho da guerra de uma família contra o autismo. Eu presenciei algumas situações muito tristes, quando um dos pais tenta de todas as formas ajudar seu filho autista e não recebe apoio algum do parceiro. Tratar uma criança autista é uma tarefa hercúlea e as famílias unidas normalmente apresentam maiores taxas de sucesso. Eu gostaria de dizer que o que alcançamos para nosso filho, alcançamos juntos, meu marido e eu. Sem o apoio constante do meu marido em todas as áreas possíveis para ele, eu não teria sido capaz de fazer nem metade do que fiz até hoje. Nosso filho tem muita sorte de ter um pai tão excelente, e que se orgulha dele.

Uma boa parcela do sucesso no tratamento do autismo se deve ao fato de os pais de crianças autistas conversarem muito entre si. É daí que nós, pais, extraímos força e inspiração para levar a tarefa adiante. O nosso sucesso se torna fonte de inspiração para inúmeras outras famílias que me procuram e que estão tentando seguir o mesmo caminho que nós trilhamos. Tendo visto inúmeras famílias, dos mais variados países do mundo, eu nunca me canso de admirar sua força e determinação na tentativa de ajudar suas crianças. Eu aprendi muito com todos eles e com suas experiências.

Há alguns meses atrás, ao final de uma consulta um dos pais olhou para mim e perguntou num tom consternado: “Você não escreveu um livro ainda?” A isso se seguiram inúmeros pais fazendo o mesmo pedido: eu deveria escrever um livro sobre autismo. Eu estou trabalhando nele agora (Nota da Pat: lembrem-se, este texto é de 2003 – hoje o livro já está publicado e é um enorme sucesso). Eu sinto que é minha tarefa dividir meu conhecimentos e minha experiência clínica acumulada ao longo de todos esses anos graças ao meu filho e a tantas outras famílias com filhos autistas que eu conheci. Eu espero também que a minha experiência ajude outros pais a evitar os erros que eu cometi. Nós todos podemos aprender com nossos erros, mas o tempo é precioso para as nosss crianças. Quanto mais cedo começarmos a ajudá-los da forma correta, melhor as chances deles se recuperarem completamente do autismo. Eu acredito que toda criança autista tem uma chance, quando dada a ajuda adequada.

E não deixe ninguém lhe falar que autismo é incurável!

O livro da Dra. Natasha Campell McBride foi publicado em 2004 e é um grande sucesso de vendas. Ano passado no congresso eu bem que tentei comprar, mas o livro evaporou de todas as prateleiras em questão de segundos. Desta vez eu corri para comprar o meu antes das aulas e palestras dela. Já estou na metade do livro e adorando cada palavra, cada idéia, cada explicação. Com o tempo vou tentar resumir as principais informações da melhor forma possível e transmiti-las a vocês.

O Crianças na Cozinha agora voltou definitivamente das férias e feriados, e com energias renovadas!


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Tatiana November 24, 2008 at 0:35

Pat, adorei! Seria tao bom se as pessoas pudessem entender o efeito que a alimentacao tem no nosso organismo e principalmente no das criancas. Vou comprar o livro. Mesmo sem ter um filho autista esse assunto eh bem fascinante pra mim. Obrigada por sempre compartilhar.

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Bruna November 24, 2008 at 8:43

Me emocionei lendo,hj q amanheci tão triste vendo minha Bia autista q tem 4 aninhos,sem progresso,sem tratamento adequado,eu estava perdida.Estou mais esperançosa.Q pena q aq Brasil,ou pelo menos rio de janeiro,não se tem um bom especialista em autismo,já passei por vários medicos,e tds dizem a msm coisa,sem mta esperança.Vou tentar achar um medico q me fale da dieta alimentar deles,estou percebendo q realmente é importantede,depois dessa lição.
Um abraço Pat!

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Pat Feldman November 24, 2008 at 9:17

Bruna, se um dia desses você vier a São Paulo, procure meu marido. Ele tem seguido os protocolos da Dra. Natasha com bastante sucesso. Enquanto isso, acompane as dicas do site, que com certeza ajudarão.

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Ju April 7, 2012 at 19:48

Olá!

Gostaria do contato do seu marido.Sou mãe recentemente de um autista e preciso muito de ajuda!

Te aguardo.

Ju

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Pat Feldman April 7, 2012 at 20:25

Oi Ju, você enconttra informações sobre a clínica no http://www.enxaqueca.com.br

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silvia November 24, 2008 at 17:25

Olá a todos

Sou fonoaudióloga e trabalho com a inclusão de crianças autistas em uma rede municipal de ensino perto de são paulo. Paat, a interação que você presenciou entre seu filho e a outra criança é o que presenciamos no nosso dia a dia. A inclusão é um processo que está acontecendo cada vez de forma mais intensa e TODA a sociedade tem a ganhar. Nesta pequena brincadeira no clube, as duas crianças aprenderam!!!! e é por isso que elas tem que poder conviver.

Outro site interessante é desta engenheira Temple Grandin, ela mesma autista. Ela já publicou vários livros e o Dr. Oliver Sacks escreveu sobre ela em seu Livro “Um antropólogo em Marte”. Vale a pena conferir!
http://www.templegrandin.com/
um abraço
silvia

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Cristina Krusemark November 24, 2008 at 21:41

Oi Pat,
Muito obrigada pelo texto!
Minha Carol também fez muitas infecções de repetição, e tomou muitos antibióticos, até que quando ela estava com 5 aninhos, conheci um terapeuta naturalista, que tirou todas as farinhas refinadas, açúcar, introduzimos o arroz integral, etc…
Ela parou com as infecções. Hoje está com 10 anos, é aspie, e a alimentação dela é toda orgânica.
De 2005 para cá, ela só fez uma infecção!
Faço parte de uma lista de Autismo chamada autismoesperança, que nos ajudou muito!
Tenho muito interesse no seu site, pois a Carol melhorou muito, só com a dieta, sem medicação.
Um grande abraço,
Cris.

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Marina November 24, 2008 at 22:05

Pat, minha linda…
Nessa minha madrugada acho lá na FFT seu post indicando seu link… Que sorte! Corri para ler, porque realmente tenho estudado muito sobre inclusão, já que faz parte da minha vida como psicopedagoga.

Mas o presente maior foi o seguinte: estou numa luta de um mês com o Lipe de desarranjo intestinal, o aparelho que sempre trabalhou pouco e havia ajudado a reorganizar com alimentação saudável desregulou com nossa alimentação espanhola.

Um mês de diarréias e uma enorme preocupação do que isso pode dar…

Quero meu iogurte caseiro aqui!!!!

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Gilvania de Almeida Kiwlowicz November 25, 2008 at 16:38

Pat,muito obrigada pelo texto. Eu tenho uma filha de 10 anos com autismo, não tenho condições financeira para dar um tratamento ideal para ela, por isso as informações que tenho através da internet nos ajudam muito. Parabéns pela sua atitude por ter certeza que vc está ajudando muito os autistas.

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Graziele November 25, 2008 at 18:16

Eu li a carta por pura curiosidade e acredito piamente no q esta escrito nela.Ja li muita coisa sobre autismo(MUITA MESMO!)porque tive q enfrentar essa realidade.Quando descobri q meu filho era autista eu mergulhei nos livros e na internet,li sobre esse doctor Rimland e assisti aos videos de criancas recuperadas.Videos das criancas ainda com o autismo e depois sem nada,normais.Resolvi tentar por mim mesma,ja q os neurologistas e a pediatra disseram q nao havia nada a ser feito a nao ser “early intervention” e ABA.Realmente essas terapias sao excelentes,meu filho faz 26 horas por semana e li q 40 horas por semana sao capazes de recuperar uma crianca.Mas o mais incrivel eh q comecei a ver progressos no meu filho antes da terapia,quando iniciei a dieta sem gluten e sem caseina,tb sem acucar e sem soja.Tambem resolvi dar a ele probioticos,vitaminas,oleo de omega 3,6,9 e vitamina B12 injetavel,e tb esse DMG q vc mencionou na carta.
Meu filho tem hoje 2 anos e 3 meses e as terapeutas estao impressionadissimas com o desenvolvimento dele.
Eu agradeco a Deus por ter acreditado e tentado,porque mesmo q vc nao acredite nao te custa nada tentar!!!Eu tentei,estou tentando e estamos vencendo!

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Norma Oliveira November 27, 2008 at 11:49

Pat,
Meu filho tem 3 anos e 10 meses, com diagnóstico (ainda não fechado) de autismo, tem pouca comunicação e algum desinteresse de contatos com outras pessoas, mas adora cantar e conhece todo alfabeto. Aprendeu a ler palavras que escrevemos (em casa conosco e nos dvd’s de Xuxa, Mara Maravilha e Aline Barros) inclusive minha filha mais velha (10 anos) faz sinais do alfabeto surdo-mudo e ele soletra certinho e fala a palavra que ela sinalizou, que também aprenderam nos tais dvd’s. Depois de lê seu texto me veio na cabeça uma coisa: colocamos para a Neuropediatra dele algo sobre a dieta do glutém e da caseína, e ela nos disse que seria interessante tentar, apesar dele nunca ter tido nenhum problema no aparelho digestivo, nenhuma rejeição a qualquer tipo de alimento. Não faço a dieta, mas na verdade sua alimentação sempre foi o mais saudável possível, só uso açúcar no suco (é feito para toda família), nas vitaminas e mingaus para as crianças não a coloco, nunca dei balas, doces e pirulitos a ele, come muitas verduras, frutas e quase nunca frituras, só consumimos galinha e ovos caipira. Depois disso, ouvi alguém falar que a linhaça é muito boa para o cérebro, e que estimula a inteligência, resolvi incluí-la na vitamina matinal que sempre dou a ele, feita com banana, mamão, leite, aveia, neston, ovomaltine, e mel. Essa introdução tem de um a dois meses, coincidência ou não o avanço na fala e na sua evolução começou nesse mesmo período. Há um ano ele é acompanhado por Terapeuta Ocupacional, depois entrou com a Fono, em fevereiro/08 e recentemente em julho/08 com a Psicóloga, que estão satisfeita com seu desenvolvimento e nós mais ainda.
Li a tradução de Cláudia Marcelino, do texto da Dra. Natasha Campbell e percebi que algumas observações da alimentação, eu já venho aderindo. Acho que estou no caminho certo e tentarei melhorar mais para ajudar meu lindo príncipe Luigi.
Norma Oliveira
Salvador-Ba

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Pat Feldman November 27, 2008 at 16:42

Norma, muito legal o teu relato e das outras leitoras que postaram aqui. Eu acho que cuidar detalhadamente da alimentação dos filhos – autistas ou não – é importantíssimo para a saúde e para a toda a vida. Com tudo o que venho estudando e aprendendo, vejo que uma alimentação saudável, saborosa e acima de tudo LIVRE DE INDUSTRIALIZADOS é fundamental para o sucesso.

Norma, minha principal sugestão é você cortar da alimentação do seu filho todo e qualquer tio de industrializado. A Mãe-Natureza é sábia e nos fornece tudo o que precisamos para termos saúde.

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Bruna December 8, 2008 at 13:27

oi Pat!com certeza estarei sempre por aq,buscando por novidades.E me conta,seu marido é medico,será q me indicaria algum do rio? BJS!

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Patrícia von Krüger December 12, 2008 at 16:00

Olá Pat ,
Estava querendo saber o nome do livro , ando meio “desligada”…procurei mas não achei … já foi traduzido ???
Beijos e obrigado !

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Pat Feldman December 12, 2008 at 16:54

Patricia, o livro da Dra. Natasha ainda não foi traduzido para o português, eu bem que ando com vontade de fazê-lo, mas falta tempo para me dedicar.

Olha a capa da edição em inglês: http://pat.feldman.com.br/?attachment_id=2994

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Elisabeth Martinez December 30, 2008 at 21:27

Olá Pat Feldman,
Gostaria muito que você pudesse me ajudar relacionando os tipos de alimentos que posso dar para minha filha que é autista.
Aqui em Salvador não encontrei médicos especializados em autismo, e bem poucos neurologistas com algum interesse no acompanhamento do desenvolvimento neurológico do autista.
Normalmente todos querem acompanhar o que todos podem tratar!
Obrigada pela atenção.
Elisabeth Martinez

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Pat Feldman December 30, 2008 at 21:42

Elisabeth, eu estou justamente nesse trecho do livro da Dra. Natasha: a lista dos alimentos recomendados e os que devem ser evitados. Porém para entender essa lista são necessárias antes algumas explicações, que estou preparando na forma de artigos – estou apressada em ajudar como puder, por isso pretendo publicar artigos a esse respeito o quanto antes.

Por hora eu sugiro que você evite completamente qualquer tipo de alimento industrializado e altamente processado, açucar refinado e adoçantes artificiais e farináceos em geral. Procure dar à sua filha uma alimentação rica em carnes, peixes e os caldos preparados com os ossos (as receitas de caldos caseiros) já estão aqui no site).

Num primeiro momento, evite qualquer tipo de leite e derivados, principalmente os pasteurizados. Após o período de desintoxicação, produtos fermentados do leite orgânico (como iogurte) podem ser inseridos na dieta.

Logo escrevo mais!

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amadna November 19, 2012 at 20:34

O que vc sugere como mamadeira para minha filha de 2anos e 10 meses… já que farináceos não são indicados?!

att,

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Pat Feldman November 19, 2012 at 22:10

Leite de coco, leite de vaca cru, iogurte, etc

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isa January 13, 2009 at 8:14

olá pat!
muito legal o texto e o trabalho da dra. natasha. sou professora e no ano passado tive uma aluna de 4 anos com muitos “sintomas” do autismo. passei a estudar por conta própria o autismo, já que a escola não se manifestava a respeito, mas não pude fazer muito mais do que solicitar à coordenação que pedisse aos pais que encaminhassem a garota a um psicólogo.
os pais não abriram o olho para o problema, a escola não mantém um diálogo aberto com os pais e a psicóloga da criança está com um enfoque completamente diferente, sendo “tratada” como mimada, desatenta e, por vezes, hiperativa.
sofri muito o ano passado com esta aluna e, mais ainda, com a nossa impotência diante disso, sem uma definição do “problema” da criança, sem um diálogo com a psicóloga. existem coisas que só quem está com a criança diariamente sabe. uma sessão por semana com uma especialista de nada adianta se não estiver relacionada com os problemas enfrentados na sala de aula, assim como os progressos obtidos.
uma tristeza ter tão pouca coisa a respeito do autismo. parabéns por ter publicado aqui o texto… obrigada!

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Monica Cristina February 14, 2009 at 20:20

Adorei esta materia que acabei de ler e me emocionei muito, estou muito interessada neste livro pois tenho um filho de 9 anos que tem a sindrome de asperer (autismo), por favor me ajude, desde já eu agradeço.

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Pat Feldman February 14, 2009 at 20:32

Monica, eu me interessei muito pelo assunto e sinceramente, se estivesse ao meu alcance, curaria de vez o problema!

AS dicas que vou dar a respeito do autismo são todas baseadas nas palestras da Dra. Natasha e no excelente livro dela. Valem a pena e ajudam de verdade, ouvi e li diversos depoimentos!

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Ana Paula da Silva Santos March 3, 2009 at 14:46

Quero saber o nome do livro,da Dra. Natasha Campell. Estou cursando pedagogia e agora estou contruindo meu pré projeto do tcc (monografia) que tenho que apresentar em sala. E escolhi falar de crianças autista por isso estou pesquisando sites, blog tudo que me possa me informa do asunto o mais amplo possivel. Vou falar de crianças autista na escola e qual seus problemas enfrentados em sala de aula, aprendizagem, relação professor e aluno e coleguinhas. Se puder me ajudar agradeço..
bju

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Pat Feldman March 3, 2009 at 17:55

Ana Paula, o livro da Dra. Natasha é o “Gut and Psychology Syndrome: Natural Treatment for Autism, ADD/ADHD, Dyslexia, Dyspraxia, Depression, Schizophrenia” – não muito fácil de achar….

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Marcelo Costa de Oliveira March 19, 2009 at 20:23

Olá Pat Feldman,

Desde meados do ano passado, eu tenho me interessado demais sobre Medicina e Nutrição Funcional.
Cheguei a este seu blog pesquisando sobre alimentos sem glúten e sem lactose.
Caí no post Pão (sem glúten e sem lácteos) e, a partir dele, vim parar neste post.
Gostei bastante! Parabéns!

Bom, meu interesse sobre este assunto começou depois de eu ler o livro Ultra-Metabolismo do Dr. Mark Hyman no ano passado.
Estou lendo agora outro livro dele chamado Ultra-Mind no qual ele mostra vários casos de cura de Altismo, Hiperatividade (ADD/ADHD) e diversas outras doenças “mentais” através da alimentação.

[s] Marcelo

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DANIEL DIAS VICTOR October 5, 2009 at 16:19

Pat, sou pai de Isabela, com 2 anos e 2 meses, minha filha apresentaalgumas sintomas de autismo, como a fala, e os movimentos de braço (flaps) quando manifesta felicidade ou quer algo. Eu e minha ex-esposa iremos ao neurologista esta semana e estou muito preocupado. Minha filha é linda, porém não interage muito com pessoas desconhecidas, pode até rir, mas não interage. Na família de Andrea há casos de SA,estou realmente preocupado e escrevo em busca de ajuda, estou disposto a enfrentar o problema e buscar ao máximo a melhora de minha filha. Poderia me indicar mais livros, sites e grupos, para que possa me informar ao máximo sobre o assunto? Fico grato pela atenção.
Atenciosamente
Daniel Dias Victor

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Pat Feldman October 5, 2009 at 21:33

Daniel, o livro da Dra. Natasha fi o melhor que já encontrei sobre o assunto, e ter conhecido o filho dela, um EX-AUTISTA, me convenceu ainda mais da eficiência dos métodos dela. Se vocês tiverem condições, aconselho inclusive a marcar uma ocnsulta ocm ela, na Inglaterra. As taxas de cura da clínica dela são absolutamente impressionantes!

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Sandra Roos November 21, 2009 at 20:02
Fabricio October 7, 2009 at 22:22

Parabéns, pelo site ele é muito informativo e inteligente.
Principalmente pra mim q tenho uma filha autista, que em algumas vezes fico sem saber como agir diante desse problema.

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Pat Feldman October 7, 2009 at 22:27

Fabricio, obrigada pelo carinho! Estou atrasada em escrever novos artigos sobre esse assunto, que tanto me fascinou! Mas qualquer hora eles aparecem por aqui!

Acesse sempre o Crianças na Cozinha para se manter atualizado!

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Mirian May 24, 2010 at 14:21

Ola Pat, meu nome e Mirian, moro em Londres, na Inglaterra e tenho uma amiga que tem um filho autista de 5 anos. Em seus artigos vc fala muito da Dra Nathasha Campbel a qual vc diz que atua aqui na Inglaterra; gostaria de te pedir, se possivel, que vc me enviasse os contatos dela aqui (email, site, endereco de clinica ou telefone) pois minha amiga se interessou muito e ficou muito ansiosa por levar o filho em uma consulta com esta medica.
Por favor, se for possivel, agradeceria muito por esta informacao!
Um abraco! aguardando resposta…

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Pat Feldman May 24, 2010 at 18:34

Mirian, achei no Facebook uma página de contato que aparentemente é o da Dra. Nataha, ‘da uma olhada se confere: http://www.facebook.com/group.php?gid=37217197751

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Andréia Cabral June 13, 2010 at 19:02

Oi Pat Feldman,
Sou professora da educação infantil e estou cursando uma pós em Neurociências e psicanálise aplicadas à educação. Tenho recebido nos últimos anos alguns alunos com síndromes diversas(autismo,TDA/TDAH…) mas, após receber um aluno com Síndrome de Asperger me senti impotente em sala. Meu trabalho de TCC será sobre autismo e SA, tenho lido muito sobre os assuntos e fiquei muito curiosa quando li no site, EX_AUTISTA e relacionado a alimentação,gostaria de manter contato com vc e outras pessoas que possam me ajudar nessa nova etapa da minha profissão,já que estou perto de aposentar e recomeçar uma nova trajetória na carreira profissional.
Parabéns pelo texto foi de grande contribuição.
Até breve.
Andréia

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Pat Feldman June 13, 2010 at 21:58

Andréia, sou uma mera amadora no assunto. O ideal seria você tentar contato diretamente com a Dra. Natasha Campbell McBride. Ela é super especialista no assunto e uma simpatia! Não deixe de encomendar o livro dela, fará toda a diferença (para melhor) no teu TCC!

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Bruna Bendelak June 23, 2010 at 0:57

Prezada Pat;
Acabo de me formar em Fonoaudiologia e recebi uma proposta desafiadora para atuar justamente nessa área, desde então tenho procurado me aprofundar no assunto. Bom, não acredito em acasos, para mim, encontrar seu site foi obra de Deus.
Quero lhe parabenizar, pois acredito que ‘Palavras de Afirmação’ sejam uma ótima forma de incentiva-la a dar continuidade no seu trabalho.
Que o Senhor continue lhe dando sabedoria para escrever artigos maravilhosos! Sucesso!

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Luciana O'Gara August 5, 2010 at 21:08

Pat, vc deveria se tornar tradutora juramentada! Menina que trabalho…parabens!

Eu ja fui testemunha dos beneficios da dieta GAPS na Australia. Tinhamos um menino com autismo em nossa sala de aula e assim que o menino comecou a dieta as mudancas ja foram notadas. A ultima vez que eu o vi pude bater papo com ele…inacreditavel!

Tomara que bastante gente leia este artigo. E bora traduzir o livros todo, Pat!

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Manuela August 26, 2010 at 15:58

Olá!!

Preciso muito de ajuda. Meu filhinho de 2anos e 11 meses foi diagnosticado com autismo, contudo este diagnostico ainda nao foi fechado. Sou de Salvador e não sei como iniciar. Quero muito ajudá-lo, mas nao sei o que preciso fazer. A medica falou que seria com a ajuda da terapia integrada(fonoaudiologo e psicologo), contudo tenho encontrado dificuldade em encontrar profissionais.
Me ajudem!

Obrigada!

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Pat Feldman August 26, 2010 at 18:02

Manuela, não sou especialista no assunto, mas depois do que já estudei, um conselho precioso posso te dar: corte completamente alimentos processados e refinados da dieta do seu filho. Evite também o consumo de leite e derivados e de alimentos que contém glúten. Procure fazer com que ele consuma probióticos

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silvia August 31, 2010 at 12:51

manuela

para encontrar profissionais procure os conselhos das profissões (fono e psico) ou universidades.

boa sorte

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soraya dias souza September 30, 2010 at 2:52

SORAYA DIAS,DEERFIELD BEACH,FLORIDA.BOM DIA PAT,QUERO DIZER QUE AMO SEU SITE,POIS E UMA FONTE DE PESQUISAS INTERESSANTES,MEU FILHO MATTHEW TEVE MELHORAS,JESUS TEM FEITO MARAVILHAS PELO MEU FILHO,COM FE,AMOR,TERAPIA,PACIENCIA,PESQUISA,TUDO PODE MUDAR.BJS SORAYA.

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Pat Feldman September 30, 2010 at 5:43

Soraya, fico contente em saber que seu filho vem melhorando. Você leu o livro da Dra. Natasha, que eu cito nos artigos aqui do site? O trabalho dela é maravilhoso!!

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ELIANA October 30, 2010 at 8:11

Hallo, eu estou muito mais esperancosa com os relatos de voces , minha filha foi diagnosticada com autismo. Sera que este livro da Doutora Natascha ja foi traduzido em portugues ou alemao???

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Pat Feldman October 30, 2010 at 8:16

Ainda não foi traduzido para o português. Para o alemão eu não sei…

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ELIANA October 30, 2010 at 8:13

Seria possivel voces me indicarem alguns sites ou doutores ou blogs ?????falando sobre o autismo

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eliana October 30, 2010 at 12:45

Obrigada por responder meu email.
e quais versoes(Quais idiomas) tem este livro da Doutora Natascha

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Pat Feldman October 30, 2010 at 12:46

Eu só conheço em inglês

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vera lucia February 10, 2011 at 13:45

Oi Pat!
Eu vi sua matéria sobre leite de soja, meu filho tem 4 anos autismo leve, quando mudei sua dieta não tinha conhecimento sobre o leite de soja só sabia que seria uma troca saudável e agora o que dar para ele? se ele ainda toma mamadeira?
Se puder me indicar um leite mais saudável? ele está na dieta sem gluten e lactose.
seus artigos tem me ajudado muito!!!
Obrigada
vera Lucia

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Pat Feldman February 10, 2011 at 17:57

Vera, vou confirmar no livro da Dra. Natasha – a verdadeira entendida no assunto – mas se não me engano, ela fala em leite de coco ou leite de nozes e castanhas, sempre caseiro, de preferência.

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MSNS December 7, 2011 at 20:39

Parabéns !!!! Uma estudiosa !!!
Faça a tradução : muita gente ficará eternamente agradecida.
Entre em contato, visite a Dra. Natasha Campell McBride e mande bala ! Sempre terá quem a ajude no seu dia a dia …..

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Ana Lucia March 10, 2013 at 20:41

Boa noite eu tenho um amigo que tem um filho de 5 anos e que lhe foi diagnosticado autismo de grau leve e gostava de saber mais sobre a dieta a que a Dra. Natasha se refere e gostaria tambem de saber em que é que consiste essa dieta e como e feita para melhorar bastante a vida de uma criança autista e tambem para eu puder ajudar o pai a ajudar o seu filho

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