Medo de Gordura??? Sai dessa!!!!

by Pat Feldman on 03/07/2009 · 91 comments

in Alimentação, AMIGOS, ARTIGOS, DIETA FELDMAN ANTIENXAQUECA, Dr. Alexandre Feldman

Autor: Dr. Alexandre Feldman, médico

O Engodo do Colesterol

A hipótese equivocada de que o colesterol causa doenças do coração surgiu na década de 50, não passou pelos testes cientí­ficos mais básicos e, mesmo assim, sobrevive. Sobrevive porque os pesquisadores interessados nessa hipótese menosprezam e simplesmente se recusam a levar em consideração todas e quaisquer observações cientí­ficas que a contradizem. Estes pesquisadores se agarram à associação mais fraca que poderia apoiar sua hipótese e a chamam de prova irrefutável.

A teoria da moda você já conhece, pois está sempre em todas as revistas populares, jornais e na TV: a alimentação à base de gordura de origem animal determina os ní­veis de colesterol no sangue. Alimentos com altas quantidades de colesterol – ovos, leite, carne, banha, sebo, bacon e gordura de coco – seriam os principais culpados. Em seguida, esse colesterol alto seria a causa da chamada aterosclerose, o endurecimento das artérias. E por fim, esse colesterol entupiria as artérias coronárias e cerebrais, provocando infartos e derrames.

Assim, por muitos anos e décadas, milhões de pessoas aturaram uma dieta insí­pida e monótona, lutaram contra os sérios efeitos colaterais de remédios para abaixar o colesterol e gastaram verdadeiras fortunas – em vão, pois pesquisas cientó­ficas já demonstram, faz tempo, que todo esse esforço é inútil.

Tudo começou em 1953, quando o diretor do Laboratório de Fisiologia da Universidade de Minnesota (EUA), dr. Ancel Keys, publicou um artigo no qual dizia estar “abundantemente claro” que as doenças cardí­acas poderiam ser prevenidas – e que ele já sabia quais eram as medidas a serem tomadas.

A comida gordurosa era a culpada, e ele provou isso com um gráfico. Esse gráfico ilustrava, em um dos eixos, a taxa de mortalidade cardí­aca em seis paí­ses, e no outro eixo, a quantidade de gordura ingerida nesses paí­ses. Os pontos do gráfico traçavam uma curva (correlação) quase perfeita. Tão perfeita que o gráfico mais parecia resultar de um experimento em fí­sica do que em biologia. Estava lá: quanto mais gordura um determinado paí­s consumia, mais alta era a taxa de mortalidade cardiovascular. A curva era tão perfeita que sugeria que se uma pessoa evitasse completamente a gordura, ela jamais morreria do coração.

O gráfico do Dr. Ancel Keys O gráfico do Dr. Ancel Keys

Um ano mais tarde, uma das mais renomadas revistas cientí­ficas (The Lancet) publicou a seguinte declaração: “A curva demonstra uma relação quase convincente entre a quantidade de gordura da alimentação e o risco de morte coronariana”.

Para começar: como foram medidas as taxas de mortalidade cardí­aca nesses seis paí­ses? Através dos atestados de óbito. E quem disse que aquilo que está escrito naquele papel é a verdade?

Um artigo publicados no prestigioso The New England Journal of Medicine e The Lancet aponta que é colocado o diagnóstico errado em um de cada três atestados de óbito .

No gráfico do dr. Keys, o paí­s com mortalidade cardí­aca mais baixa era o Japão. Sabe-se que, segundo a cultura tradicional japonesa, morrer do coração seria considerado uma coisa degradante, de modo que muitos parentes pediam a seus médicos que omitissem do atestado essa causa de morte.

O interessante, aqui, é entender por que o autor usou apenas seis países em seu gráfico, quando na época já existia essa mesma informação para 22. A razão é simples: se todos os paí­ses tivessem sido incluí­dos no gráfico, a correlação diminuiria incrivelmente.

Em paí­ses consumidores de muitas gorduras, como o México, a taxa de mortalidade era sete vezes menor que da Finlândia, que consumia praticamente as mesmas quantidades de gordura. Essa falha chegou a ser apontada em um artigo no The New York State Journal of Medicine . O incró­vel é que os seus autores, apesar de terem oferecido uma visão crí­tica à pesquisa apresentada, são citados em um livro de 1979 como partidários da hipótese .

Outro detalhe: Por que, com o passar das décadas, a taxa de mortalidade cardí­aca aumentou quando o consumo de gordura diminuiu?

O pesquisador R. Masironi publicou, em 1970, no Boletim da Organização Mundial de Saúde , um trabalho mostrando que a taxa de mortalidade cardiovascular em cidadãos iugoslavos de meia idade aumentou de três a quatro vezes entre 1955 e 1965, enquanto a ingestão de gordura diminuiu em 25 por cento. O autor concluiu que não há prova de que a gordura exerça algo além de um papel marginal na causa das doenças cardí­acas.

O engraçado é que esse mesmo autor e essa mesma pesquisa são citados, anos mais tarde, como sendo também a favor da correlação positiva entre ingestão de gordura e colesterol .

Na Inglaterra, entre 1930 e 1970, houve um aumento dos ataques cardí­acos, enquanto a ingestão de gordura animal permaneceu constante desde 1910 .

Nos Estados Unidos, a mortalidade cardí­aca aumentou em cerca de dez vezes entre 1930 e 1960. Manteve o patamar durante a década de 60 e, desde então, vem diminuindo bem lentamente. É verdade que, durante este lento declí­nio, o consumo de gordura diminuiu; porém esse consumo também havia diminuí­do durante as três décadas de aumento vertiginoso da mortalidade .

A explicação mais provável é que um número cada vez maior de indiví­duos sobrevive ao ataque cardí­aco graças aos avanços nos tratamentos.

A Suíça apresentou, a partir da década de 40, um declí­nio na taxa de mortalidade cardí­aca e um aumento de 20 por cento na ingestão de gordura de origem animal .

No iní­cio da década de 60, o professor George Mann, da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, levou um laboratório móvel para o Quênia, na África, a fim de estudar uma tribo cuja dieta era apenas leite, carne e sangue de animais. A tribo era radical. Nada de verduras. Só leite, carne e sangue para os mais jovens. Quatro litros de leite por dia, portanto quase meio quilo de gordura. Bastante carne também.

E sabe o que acontecia? Eles não morriam do coração, pois o colesterol deles era baixo. A explicação é óbvia: nós e todos os mamí­feros deste mundo fabricamos colesterol no organismo. Afinal, ele é muito importante para nossa sobrevivência. Quando comemos gordura animal ou colesterol, a nossa produção automaticamente diminui. E vice-versa. Esse mecanismo de preservação dos ní­veis de colesterol é muito importante para nossa saúde e bem-estar; por essa razão é tão difí­cil abaixar o colesterol a longo prazo com dietas.

Mas a conclusão de outros pesquisadores de Chicago – dr. Bruce Taylor e sua equipe – foi diferente. Ele teorizou que estas tribos africanas teriam vivido isoladas por milênios, e assim desenvolvido uma capacidade genética especial de lidar com o colesterol. Este pesquisador nem sequer cogitou a possibilidade desse fenômeno ser controlado por outros fatores, como por exemplo atividade fí­sica e fatores ambientais.

Todo cientista sabe que podem existir explicações diferentes para uma mesma observação, porém este pesquisador e sua equipe simplesmente ignoraram qualquer outra hipótese e publicaram a mesma teoria em quatro revistas cientí­ficas. Na época, a publicação dos mesmos resultados em diferentes periódicos era comum e, também, um método fácil para turbinar a ascensão na carreira profissional. Hoje em dia as coisas mudaram; um pesquisador que faça isso pode se prejudicar imensamente .
Em primeiro lugar, a teoria de que você adquire uma caracterí­stica favorável e em seguida a transmite geneticamente é infundada e já foi descartada há mais de um século. Qualquer caracterí­stica ou já está presente na carga genética ou surge espontaneamente, a partir de uma mutação. Se for importante para a sobrevivência, o número de indiví­duos com ela aumentará com o passar das gerações, e acabará ultrapassando o número de indiví­duos sem ela.

Mas isso só acontece se essa caracterí­stica aumentar a sobrevivência antes da maturidade sexual. Ora, indiví­duos com uma caracterí­stica genética protetora contra alguma doença que ataca somente após a maturidade sexual – no caso as doenças coronarianas – não têm a menor chance de aumentar sua população em comparação com indiví­duos sem a tal caracterí­stica, pois estes últimos transmitem a sua carga genética para seus filhos antes de desenvolverem a doença.

Este pesquisador e sua equipe poderiam, se quisessem, ter aproveitado a visita ao Quênia e ido até a sua capital, Nairóbi, para ver o que acontecia com os membros da tribo que a abandonaram e se tornaram “civilizados”. Afinal, a dieta em Nairóbi é muito mais diversificada.

Se o colesterol baixo daquela tribo era uma questão genética, deveria permanecer baixo na cidade grande, onde se consome bem menos gordura do que naquela tribo exótica.

Estudos posteriores demonstraram ní­veis de colesterol 25 por cento mais altos nos membros da tribo que se mudaram para a capital .

Mas mesmo assim as grandes autoridades mundiais sustentadoras do engodo do colesterol adoram a teoria genética para explicar aquela tribo, e escrevem: “… o fato é que as peculiaridades daqueles nômades primitivos não possui relevância na (…) nossa população.” Mas simplesmente não explicam a razão .

Outro trabalho que, curiosamente, nunca é citado em tratados cientí­ficos de revisão sobre o assunto é do dr. S. L. Malhotra, que estudou, durante cinco anos, a incidência de doenças do coração em mais de um milhão de empregados da rede ferroviária da Índia. Desta população, os indiví­duos da cidade de Madras, no sul do paí­s, tinham a maior taxa de mortalidade cardí­aca (135 indiví­duos para cada cem mil empregados); e os indiví­duos da cidade de Punjab, no norte, detinham a taxa mais baixa de todas (20 indiví­duos para cada cem mil empregados). O detalhe: Os indiví­duos de Punjab comiam 10 a 20 vezes mais gorduras que aqueles de Madras, que preferiam produtos e óleos de origem vegetal. (Malhorta SL: Epidemiology of ischaemic heart disease in India with special reference to causation. British Heart Journal 29: 285-905).

A dieta mediterrânea é freqüentemente lembrada pelos cientistas que acreditam no engodo do colesterol. As populações mediterrâneas de modo de vida simples possuem uma vida longa e saudável, em comparação a muitas outras. Possuem o colesterol baixo e um í­ndice bem menor de doenças cardí­acas. Infelizmente, lemos e ouvimos diariamente que a dieta mediterrânea é baseada quase exclusivamente de ingredientes vegetarianos e massas das mais diversas, banhados em azeite de oliva e regados a vinho.

Mas quem já visitou a Grécia, Itália, Marrocos e paí­ses mediterrâneos – e não ficou só passeando nos shoppings – sabe que esses povos não são nada vegetarianos. Eles também comem carne e peixe diariamente, utilizam ovos para fazer molhos, sopas, ensopados e cozidos, além de salsicha, manteiga, creme de leite e toicinho. Na Grécia, o consumo de queijo é altí­ssimo. Estima-se que o cidadão de Creta coma, sozinho, quase meio quilo de queijo de cabra por dia.

Se você não visitou a Grécia, não tem problema. Vá à livraria mais próxima e dê uma olhada nos livros de receitas tradicionais da região do Mediterrâneo. Você vai se surpreender.

Um detalhe: Na ilha grega de Corfu, cuja população possui ní­veis de colesterol mais baixo do que em Creta, morre-se cinco vezes mais do coração.

Além disso, existe o chamado paradoxo francês: em muitas regiões da França, existem populações com taxas de colesterol alta e baixa mortalidade do coração. Se você já fez uma excursão gastronômica pela França, com certeza sabe que a dieta dos franceses é repleta de manteiga, ovos, queijo, creme de leite, fí­gado, patês e carnes gordurosas. Na região da Gascênia, onde o patê de fí­gado de ganso é a base da dieta, os í­ndices de mortalidade coronariana são baixí­ssimos. Como explicar isso?

Simples: não há explicação, se você se basear nos valores de colesterol. Estes dados provam que a gordura e o colesterol, em si, não possuem relação de causa/efeito com a doença cardí­aca.

No Japão, os as pessoas geralmente têm baixo colesterol e baixo í­ndice de mortalidade cardí­aca. Mas quando migram para o ocidente, o seu colesterol e os í­ndices de mortalidade se equiparam ao do paí­s para o qual migraram.

Em 1958, o dr. Ancel Keys (o mesmo que deu o pontapé inicial na história do colesterol) publicou essas constatações em um estudo, como sendo mais uma comprovação de que o colesterol entope as artérias. O que ele não constatou é que esses japoneses, após migrarem para os Estados Unidos, apresentaram não apenas um aumento da mortalidade cardí­aca mas também uma diminuição, em igual proporção, da mortalidade por derrame cerebral, e uma diminuição ainda maior da mortalidade total .

No ano de 1958, o Japão era um paí­s pobre, em plena fase de recuperação da Grande Guerra. Ninguém precisa ir ao Japão de 1958 para concordar que pobres não comem carne. No mundo inteiro, gordura sempre foi comida de rico. No Brasil, existe até a expressão “nata da sociedade”. Na França, “crême de la crême”.

No Japão de hoje, as coisas mudaram, mas mesmo assim ainda se fala – erradamente – que seu povo, detentor da mais alta taxa de expectativa de vida do planeta, come uma dieta com baixos teores de gordura. Entretanto eles consomem muita gordura animal, inclusive ovos, carne suí­na, bovina, de galinha, miúdos e frutos do mar. O que eles não consomem em quantidade é óleo vegetal, farinha branca e alimentos processados industrialmente.

A expectativa de vida dos japoneses aumentou desde a Segunda Guerra Mundial, em compasso com um aumento no consumo de gordura e proteí­na na dieta desse povo .

Quando os imigrantes do Japão pobre foram para os Estados Unidos, paí­s rico e diversificado, eles fizeram muito mais do que só comer mais gordura. Existem inúmeros fatores no seu novo estilo de vida que podem ter provocado doenças cardí­acas: menos atividade fí­sica, mais estresse, mais poluição… Além disso,é preciso lembrar que no Japão é degradante morrer do coração, ao passo que é extremamente digno morrer de derrame.

Dr. Michael Marmot, um médico britânico, estudou a relação entre os ní­veis de colesterol e os hábitos e estilo de vida dos japoneses imigrantes nos Estados Unidos e demonstrou que os imigrantes que adotavam estilo ocidental (filosofia de vida, modo de vestir e agir, padrões de estresse, sono, atividade fí­sica, religião) e continuavam comendo aquilo que comiam no Japão adoeciam do coração duas vezes mais que os que mantinham as tradições japonesas e comiam dieta americana repleta de gordura. Postulou que existiriam fatores na cultura tradicional japonesa que os protegeriam de adoecer do coração. Estes fatores estão presentes até hoje naquela cultura, entre os quais estão a estabilidade social, as virtudes da união de esforços para a obtenção de resultados, a coesão entre os grupos sociais e a famí­lia e o apoio constante por parte do grupo social. Tudo isso protege contra o estresse emocional e social, que o dr. Marmot acredita serem importantes causas de doenças cardí­acas. Essas tradições japonesas são totalmente diferentes da filosofia ocidental, americanizada, individualista .

Pergunto: esses estudos são mencionados na literatura cientí­fica de revisão sobre o assunto? Não. São ignorados, juntamente com todos aqueles já mencionados, além de inúmeros outros. As autoridades médicas preferem olhar apenas para aqueles estudos que sustentam a relação colesterol/doenças do coração. Os estudos que não a sustentam são desvalorizados.

Quando um pesquisador escreve um artigo cientí­fico, ele sempre menciona, cita, os trabalhos de outros autores, mais ou menos da mesma forma como eu estou fazendo neste livro. Existe até um Índice Internacional de Citações, onde você pode descobrir quem citou um determinado trabalho, o quanto esse trabalho está sendo citado, e em quais publicações. As revistas cientí­ficas de maior prestí­gio são aquelas que têm seus artigos citados com mais freqüência. Os trabalhos dos cientistas mais brilhantes, como por exemplo aqueles que ganham o prêmio Nobel, são muití­ssimo citados. Se você é um pesquisador cientí­fico, então o seu prestí­gio é proporcional ao número de vezes que os seus trabalhos são utilizados em trabalhos de seus colegas. Assim, qualquer um poderá consultá-lo.

Os trabalhos cientí­ficos aqui mencionados, e que não sustentam – pelo contrário, derrubam totalmente – o engodo do colesterol, foram muito bem realizados, publicados em revistas cientí­ficas de prestí­gio, e esquecidos. Quase ninguém os cita. É como se fosse um verdadeiro boicote contra a verdade, dentro de um classe que deveria trabalhar a serviço da saúde e bem-estar da humanidade.

Importantes pesquisas cientí­ficas revelam algo que você precisa saber: quando se abaixa o colesterol das pessoas através de dieta, drogas ou ambos, ocorre também um aumento na taxa de mortalidade provocada por suicí­dio e outros atos violentos.

A explicação: o colesterol é uma substância extremamente importante para o organismo, e possui, no cérebro, um elo fundamental com a serotonina.

Existem estudos demonstrando que quando a concentração de colesterol nos neurônios de ratos aumenta, aumenta também o número de receptores de serotonina. Quanto mais baixa a taxa de colesterol, mais baixo será o número desses receptores.

Doenças como enxaqueca, depressão, ansiedade e agressividade excessiva estão associadas a uma diminuição do número de receptores de serotonina nos neurônios.

Assim, é perfeitamente possí­vel que concentrações muito baixas de colesterol no sangue possam resultar em uma diminuição dos receptores de serotonina do cérebro, ocasionando enxaquecas, crises de depressão, ansiedade, cansaço crônico e comportamento agressivo .

Nem todo o colesterol é bom

O colesterol é uma substância importantí­ssima para o bom funcionamento do nosso organismo. Porém, se exposto a condições de temperatura muito alta, como é o caso do processamento industrial de certos alimentos, ele pode se danificar, oxidando-se. O colesterol oxidado tem sido relacionado a lesões e obstruções nas paredes das artérias.
Esta modalidade alterada de colesterol, pode ser encontrada, por exemplo, no leite em pó, soro de leite desidratado, ovos desidratados, carnes e gorduras submetidas a altas temperaturas, como frituras e churrascos preparados muito próximos à brasa.

CLIQUE AQUI para ler de onde surgiu o moto de que gordura faz mal.

Conheça também as nossas redes sociais:

Instagram: @pfeldman

Facebook: Comida de Verdade, por Pat Feldman

Periscope: PatFeldman

Envie para um amigo Envie para um amigo Versão para impressão Versão para impressão

{ 68 comments… read them below or add one }

Valéria June 23, 2007 at 17:55

Nossa, é de se pensar no assunto, estou um pouco abalada (rssss) Será que posso acabar com essa neura do colesterol? Quando os médicos fazem autopsia em cadaveres que tiveram enfarte, dizem que eles encontram as artérias entupidas de gordura (colesterol). Pat não seria excesso de alimentos gordurosos ou seria outra substancia?

Reply

franciele mayer July 11, 2008 at 22:00

e por isso q o clado de carne tem de ser cosido em fogo baixo???
pat seguia uma dieta elaborada por uma nutricionista(pra emagrecer)mas nao comia nada de gordura…e realmente sentia muita dor de cabeça..cansaço..tinha crise de ansiedade que precisava devorar doces ate nao consegui mais….ai fica deprimida por nao seguir a dieta…ai dava vontade de comer denovo..e assim por diante…era um horror…tava ficando careca de tanto perde cabelo e minhas unhas eram um horror…agora descobri por que!!!!!!!!!!!!

Reply

Pat Feldman July 11, 2008 at 22:36

Franciele, o cozimento lento é justamente para que as gorduras das carnes não se oxidem e para que não se percam muitos nutrientes (alguma coisa sempre se perde no cozimento, mas com esses cuidados as perdas são mínimas).

Reply

Nanin Kayaian September 15, 2008 at 11:09

Essa matéria realmente é inovadora!!! Mas quando se fala em colesterol, está se falando do “bom” ou do “ruim”. Esse que fabrica a serotonina seria o “bom”? E o “ruim” realmente é maléfico ao nosso organismo? Confesso que fiquei um pouco confusa… Se vc pudessem me esclarecer estas dúvidas, realmente agradeceria.
Até mais….

Reply

Sandra Mussan-Levy September 16, 2008 at 15:59

Essa materia realmente e muita boa! Eu estou com colesterol alto! O que posso fazer para abaixar as taxas? eu tenho Diabetes!!…Se vc poder me ajudar nisso eu agradeco imensamente.Sandy

Reply

Antonio Carlos October 17, 2008 at 14:43

Boa tarde, após ler alguns textos do Dr. Feldman procurei analisar e realmente ver que há alguma mentira sendo divulgada pelos “grandes esquemas de cientístas”, pois faço dieta pobre em gordura saturada desde o ano 2000, e meu colesterol total sempre está no limitrófe o LDL alto, e o HDL baixo. Meu irmão que sempre cozinhou com gordura de porco, nunca teve nenhum problema com nenhum dos colesteróis, sendo assim comecei essa semana a cozinha somente com gordura de porco, mas eu mesmo preparo minha gordura, pois compro o toucinho aqueço até ter aquela gordura pura sem mistura dos fabricantes. Em breve dou mais notícias, e agradeçoa ao Dr. Feldman por está se colocanda à ajudar a sociedade de maneira clara e objetiva.
Abs. Carlos Chagas.

Reply

Marta July 4, 2009 at 9:16

Carlos, como você prepara a sua gordura de porco? Será que não faz mal à saúde?
Um abraço,
Marta

Reply

LUIS July 6, 2012 at 15:51

e ai baixou seu colesterol com a banha?

Reply

Pat Feldman July 6, 2012 at 17:38

As minhas taxas de colesterol e triglicérides, medidas há 3 meses atrás, são absolutamente excelentes segundo o meu médico! E aqui em casa consumimos 4 a 5 dúzias de ovos por semana, quase 1kg de manteiga, óleo de coco e banha de porco não processada.
O que nunca consumimos aqui em casa são os industrializados e altamente processados.

Reply

rudregues October 6, 2014 at 12:03

Olá Pat!

Como identificar se a banha é ou não processada? Se tiver algum lugar que possa indicar a compra agradeceria.

Reply

Pat Feldman October 6, 2014 at 18:56

Em geral vem escrito na embalagem se ela é hidrogenada ou não.

Diva Moraes Falcão March 17, 2009 at 12:05

Pat, gostei muito dos comentários sôbre gordura na alimentação. Mas gostaria de saber mais sôbre gordura de porco. A gordura de porco, pura, extraída do toucinho, é considerada “veneno”, também? Dizem que o alimento preparado com gordura de porco, fica muito mais saboroso.
É gostoso, mas será que é saudável?

Acho que para uma maior conscientização das pessoas à respeito do perigo do colesterol, deveria haver uma explanação maior sôbre o que é “colesterol bom”, e o que é “colesterol ruim”. Grata. Diva Falcão.

Reply

O Primitivo April 9, 2009 at 17:11

Cara Pat, muito bom este artigo, pleno de informações interessantes. Em meu blogue também abordo este tipo de temas. Por exemplo, veja este artigo sobre o Dr. Ancel Keys – http://www.canibaisereis.com/2009/04/04/ancel-keys-pai-da-epidemiologia/

Reply

Liana May 15, 2009 at 13:43

Pat,
Achei interessante o artigo, mas confesso que senti falta de uma conclusão…Se a ingestão excessiva de alimentos ricos em colesterol não está relacionada as doenças coronárias, o que está? Também fico confusa entre o que seria colesterol e o que seria gordura saturada nesse texto. Confesso que me preocupo mais com a gordura saturada do que com o colesterol… Não acho que devemos abolir mas fico com medo de “liberar geral” o seu consumo, por isso apesar de usar manteiga (nunca margarina) dou preferencia ao azeite e oleo de canola para cozinhar. Ainda não estou convencida com o óleo de coco…
Gorduras hidrogenadas e trans, produtos (propositais ou não) do processamento massificado dos alimentos, esses sim acho que são os verdadeiros vilões da alimentação moderna.

Obrigada por estar sempre levantando tópicos tão relevantes e derrubando tabus relacionados a nossa alimentação, conhecimento é poder! :)

Reply

Pat Feldman May 15, 2009 at 22:32

Liana, esse texto é parte de um todo extraído do livro A DOR DE CABEÇA MORRE PELA BOCA. Lá você entenderá os demais detalhes!

Reply

Carol Daemon July 6, 2009 at 9:54

Oi Pat, vi uma reportagem informando que o consumo de ovos fritos seria benéfico para o colesterol e lembrei de vc.
Deixo o link, http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=ovos-fritos-cozidos-ajudar-baixar-pressao-sanguinea&id=4260&nl=sit

abs, Carol

Reply

Pat Feldman July 6, 2009 at 17:32

Obrigada, Carol!

Reply

Claryssa July 6, 2009 at 14:03

Pat, seu artigo reforçou o que eu lera em dois livros que tratam do equívoco sobre a relação entre colesterol alto e aumento de casos de doenças coronarianas.

O que me chamou a atenção é ser degradante morrer do coração no Japão.

No livro você explica?

Reply

VIVIANE FREITAS July 20, 2009 at 18:23

Pat no seu livro fala para não fritarmos a carne,mas como posso fazer a banha de porco em casa,sem fritar?É que eu consegui comprar carne de porco direto de um criador e queria fazer banha…obrigada

Reply

Adriana September 28, 2009 at 16:28

Pat, outro artigo publicado em português em http://www.infarctcombat.org/polemica-45.icem.html coloca o colesterol como inocente e tece duras criticas sobre sua campanha. Fica parecendo que existem muitos interesses na perpetuação desse engodo!

Reply

Pat Feldman September 28, 2009 at 16:59

Adriana, fiquei super curiosa com o artigo que você enviou, porém o link não funciona… Me manda de novo, ou manda o texto na íntegra no meu e-mail.

Reply

deolinda October 24, 2009 at 13:41

http://www.infarctcombat.org
Esse é o link correto…depois é só procurar o texto desejado

Reply

Adriana September 29, 2009 at 7:59

Pat, mil desculpas. O link certo para o artigo “O colesterol é inocente!” é http://www.infarctcombat.org/polemica-45/icem.html
É interessante também o artigo “Leite gordo: Benéficos efeitos na redução de doença cardíaca e derrame!” em http://www.infarctcombat.org/polemica-46/icem.html

Reply

Pat Feldman September 29, 2009 at 8:45

Em relação ao leite eu acrescento que taia benefícios devem ser creditados ao leite cru, que nada tem a ver com aquele líquido branco, armazenado em caixinhas e chamado de “leite”

Reply

Silvia October 6, 2009 at 14:11

Pat, vim aqui pesquisar os arquivos em busca de uma ajuda: minha filha mais velha fez exame de sangue recentemente e está com o colesterol levemente elevado (segundo a médica, deveria ser 170 e está em 200). Ela pediu para controlar a alimentação reduzindo a quantidade de massas, bolos e doces. Aqui a gente come, de um modo geral, tudo integral e com pouco açúcar. Posso cortar alguma coisa, mas não muito, senão a vida fica muito sem graça, né?

O que você sugere em termos de alimentos que ajudem a controlar os níveis do colesterol? Lembro de ter lido algum comentário sobre isso, mas não encontrei.

No exame, diz apenas “colesterol total: 200 mg/dL. Dá uma luz para mim? Eu acho que não devo me preocupar, ao mesmo tempo quero acertar a alimentação.

Reply

suely October 10, 2009 at 11:13

meu filho tem 10 anos esta com o colesterol alto 212.pra idade dele quantos ele precisa diminuir?

Reply

Angele June 27, 2010 at 22:44

Meu filho tem 8 anos e 244 de colesterol. Fico confusa com o que leio: cada artigo apresenta uma perspectiva. Em quem confiar? Preciso de uma orientaçao, objetiva. Estou desorientada. Angele.

Reply

tiana oliveira January 21, 2011 at 11:16

Oi, Pat querida !!! Como vc tah?quanto tempo!
Vem cá fora o oleo de côco, existe algum outro tipo de óleo que pra cozinhar não faça mal?
beijo grande
Ti

Reply

Pat Feldman January 21, 2011 at 13:34

Manteiga e banha artsanal. Mande notícias, Ti!!!

Reply

Tiana January 21, 2011 at 22:26

Obrigada Pat querida! Vou te escrever esta semana no email! bj enorme

Reply

vanessa January 28, 2011 at 18:23

Adorei os esclarecimentos Pat, obrigada!

Reply

Daisy March 5, 2011 at 20:53

Oi Pat!
Ainda estou meio confusa.
Devo me preocupar com os níveis do meu colesterol?
E os triglicerídeos?
O que vc chama de banha artesanal?
Obrigada, adoro seu site.

Reply

Pat Feldman March 5, 2011 at 23:25

Daisy, pelo que compreendi de tudo o que pesquisei, o colesterol e triglicérides são simplesmente parâmetros para avaliar se há ou não algo de errado no nosso organismo. O colesterol e triglicérides fora dos parâmentros esperados não necessariamente são o problema em si, mas sim a indicação de que o organismo não funciona como deveria. Em palavras muito simples, um médico norte-americano – Dr. Thomas Cowan – fez um paralelo muito interessante: o colesterol funciona como um curativo no nosso organismo, ele aparece para “tapar um buraco”, que não foi causado por ele! Tipo assim, o band-aid não é o culpado pelo teu machucado na perna, mas a presença dele na tua perna mostra que você tem um machucado. Sacou?

Reply

Robson March 8, 2011 at 11:12

Olá Pat, faz tempo que pesquiso e procuro formas de me alimentar melhor e realmente o que vc apresentou vem na “contra-mão” do que costumo a ver por ae. Em algumas pesquisas e comentários, dizem que o óleo de canola não passa de marketing, e que não é benéfico como dizem, o que vc acha? Outra questão interessante que vi é o fato de que fazer bochecho com oleo de girassol tem o poder de cura, ( Dr. F. Karach ), isso faz sentido? Desde já, Obrigado.

Reply

Pat Feldman March 8, 2011 at 19:01

Robson, eu acredito em tudo de ruim que falam a respeito do óleo de canola, principalmente porque nem sei que raio de planta é essa!!! Quanto a bochechos com óleo de girassol, não sei, nunca ouvi falar, mas existem óleos e óleos. Se é que o poder de cura existe, ele pode existir no óleo orgânico, prensado a frio e conservado sob refrigeração.

Reply

Phillipe Machado July 11, 2013 at 23:16

Dra. Feldman, gostei de sua questão

“…principalmente porque nem sei que raio de planta é essa!!!”

Primeiramente nao existe óleo DE Canola, existe óleo canola, a preposição faz diferença porque canola NAO existe, a planta do qual se tira o oleo canola é a Colza, que é TOXICA pela alta concentração de acido erucico ( detalhe o gado quando come colza morre intoxicado.

No Canadá, tiveram a brilhante ideia de diminuir a concentraçao desse acido na planta e se fazer o oleo dela, CANOLA, é um acronimo para “Canadian oil low acid” ou seja oleo canadense com baixa concentração de acido erucico.

Isso é VENENO, nao consuma, É O PIOR DE TODO OS OLEOS.

Aqui em casa so entra Oleo de Coco e Banha de porco para cozinhar.

Reply

Débora Domingues March 11, 2011 at 19:20

Esse assunto sobre gordura é muito interessante,tenho uma tia com 86 anos,mora no sítio,toma leite de vaca,e coalhada caseira,come manteiga e toda a comida é feita com banha de porco,nunca teve problemas de saúde…ta aí uma prova viva q estamos fazendo muitas coisas erradas!!!

Reply

Pat Feldman March 11, 2011 at 20:03

Pois é, Débora… A humanidade não chegou até os dias de hoje comendo industrializados, não é mesmo?? E é justamente nos dias de hoje, com tanto “progresso”, que a humanidade vive cada vez mais doente!

Reply

Bete August 31, 2011 at 9:54

Querida Pat, pode por favor me responder uma pergunta? Aqueles pacotes de banha que vendem nos supermercados é relamente banha ou tem algum aditivo químico? Não acho informação em lugar nenhum…É que eu gosto muito de fritar carne de porco e colocar na banha para conservar, mas as vezes não consigo uma barriga boa para fazer gordura e fiquei pensando se poderia usar esta de mercado… Felicidades e saúde para você e seus amados! Obrigado Bete

Reply

Pat Feldman August 31, 2011 at 14:17

bete, nao sei dizer se as banhas de supermercado levam algum aditivo químico, mas elas sao hidrogenadas, o que já as torna completamente prejudiciais à saúde. melhor nao consumir.

Reply

Ana sant anna March 4, 2013 at 0:12

Por favor qual banha devemos comprar se a de supermercado é hidrogenação? Obrigada.

Reply

Pat Feldman March 4, 2013 at 7:48

Toda banha vendida em supermercados é hidrogenada. Não recomendo!

Reply

Renato Super May 26, 2012 at 23:24

Pat
Acabei de ler o artigo sobre o colesterol
Que doido
Sou magro, controlo bem minha alimentaçao, gordura, quase nao como
açucar, como aveia ,linhaça, germe de trigo , banana todos os dias no cafe
da manha, fazia mais de um ano que nao fazia exame p/ saber o nivel do
colesterol. Fiz agora e deu quase no limite ( 198), putz , fiquei muito desapontado.
Sera que este artigo realmente tem razao, ou foi porque eu fiz menos exercicios
neste tempo??

Reply

Phillipe Machado July 11, 2013 at 23:32

Renato ? Decepção porque ?

Ja esta aos poucos ficando provado que a teoria do colesterol é errada ( o problema é POLITICO), pode ver pelos trabalhos citado neste texto, e pode-se ver que o problema é politco pelos boicotes que REALMENTE existem na comunidade cientifica aos trabalhos que mostrar a naoi correlaçao colesterol/DAC.

O fato é que se voce deixar seu colesterol cair pra menos de 150 mg/dl vc diminui drasticamente a produção de Vit D ( que na verdade nao é vitamina, é um hormonio) e isso lhe predispoe a perde de controle de mais de 2000 genes, Vit D é o mais potente agente anti-cancerigeno do corpo humano (o colecalciferol, nao o Ergocalciferol que é a Vit D2, vegetal, que vem em muitos alimentos por ai com o label de “rico em Vit D”).

Agora essa informação ai da maior expressao de receptores para 5-HT ( serotonina) no cerebro por causa do colesterol so vem a acrescentar o que profissionais serios ja estão falando, COLESTEROL NAO É VILÃO, existem inumeros estudos provando que colesterol é benefico, a teoria do colesterol é errada, e pessoas com coleterol baixo tem alto indice de DAC.

Seu 198 mg/dl esta otimo !

Reply

Elizete August 31, 2012 at 14:08

Pat
POderia me informar se a manteiga mencionada é a que compramos no mercado em forma de tablete? Caso positivo, ele deverá ser com ou sem sal. Grata.

Reply

Pat Feldman August 31, 2012 at 15:55

Elizete, eu us a manteiga mis artesanal, que compro na feira de orgânicos, mas você pode usar a manteiga de supermercado sim, e escolhe com ou sem sal de acordo com seu paladar (eu prefiro com sal!)

Reply

Bel Kock Allaman October 29, 2012 at 22:30

Pat, o artigo precisa de uma correção. Ele fala que a dieta dos franceses é rica em margarina e isso não é verdade. Ela é rica em manteiga.

Reply

Pat Feldman October 29, 2012 at 22:38

Ai, que erro feio!!! Com certeza ele pensou em manteiga e por um imenso azar, acabou escrevendo margarina…Ó céus!!

Reply

JOANA PIPOLINI September 5, 2013 at 13:07

Nossa, t0 chocada! Desde que descobri que meu colesterol bom está em baixa, passo minha vida em na corrida constante em fazê-lo subir. Ainda mais ontem qdo vi uma reportagem que os indicativos de limites do colestero Mau seriam alterados.. de 100 para 70 entrei em pânico. Daí vem a pergunta, que pesquisa está correta? É igual a pesquisa sobre sedentarismo. Vimos esposrtistas morrendo do coraçao numa frequencia assutadora e nos perguntamos, mas eles nao praticam esportes?

Reply

Pat Feldman September 5, 2013 at 16:39

Joana, essas pesquisas me deixam meio desconfiada… Segundo elas, num dia você é saudável, e no dia seguinte doente?!? Não será somente a indústria querendo aumentar suas vendas?

Reply

JOANA PIPOLINI September 5, 2013 at 22:40

Exatamente! Igual a pesquisa em relaçao ao café, adoro aquele pretinho cheiroso, mas por ter arritimia o medico disse que er apara evitar. Agora pesquisas apontam que o café nao faz mal para quem tem problema cardíaco..Vai entender. Somos escravos do capitalismo selvagem, onde até na saúde se manipula a favor das indiustrias e comercios. Mas bem que poderiam ser verdades as duas pesquisas, amo café e amo frituras..rsrsrsrsr

Reply

Pat Feldman September 6, 2013 at 5:36

Joana, faz algum tempo que eu tento desprezar esses estudos todos e acreditar que bom mesmo é comida de verdade, aquilo que nossos antepassados comeram e que fizeram a humanidade chegar até aqui. Tudo com a variedade que for possível e com moderação. Industrializados não fazem parte disso!

Reply

JOANA PIPOLINI September 6, 2013 at 11:23

rrsrssr vdd.. minha mae foi criada comendo comida feita com gordura de porco, tem 84 anos e nenhum problema de saúde…

Rodrigo Gandra August 26, 2014 at 0:03

Leiam o livro “barriga de trigo” do Dr. Willian Davis. E procurem se informar sobre a dieta paleoelitica e lowcarb. Mudou minha vida! Alimentacao a base de proteinas e gorduras (carnes, bacon, linguica) saudaveis (azeite, oleo de coco, abacate, acai, manteiga, etc)
Reduzi carboidratos e retirei o gluten e o acucar (pao, macarrao, cerveja, massas, etc) e retirei oleos porcarias (milho, soja, canola, margarina) Mas bebo vinho todo dia. Meus exames melhoraram exponencialmente. Nao sou medico, mas os medicos no Brasil nao sabem nada sobre saudece alimentacao, soh sobre doencas. Nao sou eu quem falo, mas o Dr. Lair Ribeiro (vejam os videos na internet).

Reply

Michélle January 28, 2015 at 19:26

Pat, entendo esse mito que fizeram do colesterol, mas minha filha desde os 2 anos apareceu com colesterol altíssimo e os médicos simplesmente se posicionaram que TEM QUE BAIXAR! Buscar a causa dos seus 228 de colesterol ninguém buscou, por mais que eu pedisse. Hoje ela tem 9 anos e nenhuma novidade, somente o medo, sim, de gordura, pois, segundo médicos, ela não “processa bem gordura”. O que vc faria? Seu marido é um excelente médico, o que também ele me recomendaria? O meu colesterol, que sempre foi em torno de 180 está 160 por conta da nossa alimentação lowfat. O dela está em 211.
Por favor…

Reply

Pat Feldman January 28, 2015 at 19:50

Michelle, ele tem outra abordagem para o tratamento, e poderia ver a sua filha. Se quiser marcar, é ‘so ligar no (11)3331-6665. Ele jamais se atreveria a dar uma opinião sem examiná-la, afinal não é seguro e nem muito menos permitido pelo CRM.

Reply

Michélle January 29, 2015 at 7:16

Ok, obrigada, mas estamos em SC…tentarei mais algum endócrino e insistirei novamente em saber a causa. Se passarmos por aí, com certeza entrarei em contato. Abraços.

Reply

Alex March 3, 2015 at 11:52

Gente saudável não rende dinheiro. Esses cientistas fraudulentos que apoiam uso de óleos vegetais, ja mataram mais que Hitler.

Reply

Clarissa June 8, 2015 at 16:26

Olá Pat! Acho que nesta frase “Se você já fez uma excursão gastronômica pela França, com certeza sabe que a dieta dos franceses é repleta de margarina, ovos, queijo, creme de leite, fí­gado, patês e carnes gordurosas.” você quis dizer manteiga. Abraços e muito obrigada pelas informações!

Reply

Pat Feldman June 8, 2015 at 19:57

Caramba, como nem eu e nem ninguém percebeu isso antes?!?!?!! Que erro medonho!!! Obrigada, Clarissa!!!

Reply

Regina June 16, 2015 at 10:10

Olha, sei que o colesterol e a gordura são importantíssimos para nós mas é importante lembrar que não se deve mesmo exagerar na gordura. Sei disso porque quando como um churrasco gordo com uma mandioca cozida e amanteigada e vingrete, tals, fico pesadíssima com o digestivo pesado, com sono. É evidente que o uso de gordura ( boa) deve variar de acordo com a necessidade da pessoa. Quem mora no frio come mais etc. Outra, o consumo de carnes também deve ser moderado. Diminuído em relação ao de hoje. Nos sentimos mal ao comer muita carne, mesmo branca, e conheço uma patologista que disse que esse alto consumo de carne favorece o câncer (e gota). Para mim faz todo o sentido. Não digo isso apoiada em pesquisas idiotas, mas em como me sinto quando consumo muita carne. E muito é menos do que se pensa, ou se promove o consumo por aí.
Amiga, obrigada pela cultura.

Reply

Pat Feldman June 16, 2015 at 15:43

Menos é mais, com certeza!! Qualquer coisa em exagero, faz mal!

Reply

Leila April 13, 2016 at 10:04

Olá Pat,

Desde quando acompanho seu site, tenho tentado cada vez mais substituir os alimentos industrializados pelos naturais, e uma dessas substituições é que hoje só cozinho com banha de porco e óleo de coco.

Porém, eu nunca consegui encontrar um fornecedor de porco que os crie soltos, com uma alimentação orgânica.

Você conhece algum fornecedor pra indicar?

Obrigada

Reply

Pat Feldman April 13, 2016 at 20:56

Aqui em SP só conheço o Restaurante Friccó como fornecedor de banha artesanal. E lá é bom demais!

Reply

Leila April 14, 2016 at 8:28

Obrigada Pat !!!

Reply

Antenor C.E.Santo May 15, 2016 at 23:41

Boa noite Sra. Pat,
Gostaria que esclarecesse se o fato de eu gostar de doces e come-los diariamente mas ter a taxa Glicêmica sempre em torno de 96/99 e o preparo dos alimentos em minha casa ser com gordura de porco(compro o toucinho e frito para retirar a banha) pode ser a causa do triglicérides alto pois no exame que fiz esta semana deu 580.
Grato.

Reply

giancarlo parini May 16, 2016 at 0:12

Li sua receita de caldo de osso, procurei fazer conforme sua orientação, e ao final tive as seguintes duvidas;

1- O caldo após esfriar fica com uma camada sobrenadante de gordura branca, que removí totalmente, descartei, pois penso não ser bom ingerir aquela gordura bovina pura, é isto mesmo?
2- Como fiz com osso que tinham suas medulas (Canela), apos a fervura em panela de pressão, e após ter retirada a massa branca sobrenadante, resolvi bater este caldo no liquidificador para homogeneizar a sua aparência final e vi que formou uma nova camada de espuma branca e sobrenadante após a liquefação, que também removi, ficando ao final para consumo apenas o caldo final, após o liquidificador, o Sr. já realizou este teste do liquidificador?
Este liquido final ainda é rico em colágeno e glicosamina?
Posso considerar 200 ml ao dia deste caldo final, como uma quantidade adequada para uma pessoa com bom desgaste físico diário? ou devo aumentar?

Grato pela sua orientação,

Reply

Vera August 24, 2016 at 6:50

Os dois últimos parágrafo, falando no colesterol oxidado, é muito importante para ter ficado jogado esquecido no final do texto.

Reply

Leave a Comment

* IMPORTANTE: LEIA ANTES DE CLICAR EM "ENVIAR" * Ao enviar seu comentário, você fornece à Pat Feldman e ao Site CriancasNaCozinha.com.br 100% dos direitos autorais do seu texto, e fornece também uma licença PERPÉTUA (para toda a vida) e IRRETRATÁVEL (sem a possibilidade de voltar atrás) para a reprodução de suas palavras associadas ao seu nome, seja neste site, seja em outro site, seja em algum livro que venha a ser publicado, ou em qualquer mídia atual ou futura.

{ 23 trackbacks }

Previous post:

Next post: