Cada dia mais e mais pessoas estão descobrindo as excelentes propriedades do óleo de coco extra-virgem e me procuram para comprá-lo ou para tirar dúvidas sobre sua forma de consumo e armazenamento. Listei a seguir as dúvidas mais comuns a respeito deste superalimento, e se outras aparecerem, peço que listem aqui no site Crianças na Cozinha, na parte dos comentários, para que possamos saná-las – ou eu, ou quem já conhece e consome esse maravilhoso alimento.
Qual a quantidade de óleo de coco extra-virgem que devo ingerir diariamente para me beneficiar de suas propriedades saudáveis?
Os maiores benefícios do óleo de coco extra-virgem provém de ácidos graxos de cadeia média – o ácido láurico, contido também no leite materno. Segundo pesquisadores, para obter quantidade de ácido láurico equivalente à contida no leite materno, um adulto precisa consumir em torno de 3,5 colheres de sopa diariamente. Se você ainda não consome óleo de coco, comece com menos, até seu corpo se habituar e você se certificar de que não tem nenhum tipo de alergia ao produto (sim, até alimentos saudáveis podem causar alergias em quem tem sensibilidade). Tome o óleo de coco puro, em colheradas ou use-o em receitas variadas. CLIQUE AQUI para conhecer algumas receitas com óleo de coco extra-virgem.
O óleo de coco extra-virgem causa algum tipo de efeito colateral?
O óleo de coco extra-virgem é um alimento, e não um remédio portanto não causa “efeitos colaterais”. Porém cada indivíduo é único, cada organismo tem suas sensibilidades particulares e em alguns casos podem ocorrer algum incômodo – principalmente se seu organismo está habituado a dietas pobres em gosduras. A reação mais comum neste caso é soltar demais o intestino. Embora os pesquisadores recomendem 3,5 colheres de sopa do óleo diariamente, se você tem a dieta pobre em gorduras comece consumindo bem menos e divida o consumo a quantidades menores no decorrer do dia. Para pessoas alérgicas ao coco um lembrete: as alergias normalmente são à proteína contida na carne do coco e o óleo de coco contém ua quantidade insignificante dessa proteína. Pode ser que você tenha alergia à carne do coco, mas não apresente problemas consumindo uma quantidade moderada de óleo de coco extra-virgem. Na Ásia o óleo de coco tem alimentado e nutrido milhões de pessoas há muitos séculos.
Como utilizar o óleo de coco extra-virgem?
Existem muitas maneiras de se utilizar o óleo de coco e incorporá-lo à sua dieta. Uma vez que ele é um óleo bastante estável, é excelente para uso culinário – você pode substituir gorduras e óleos não saudáveis (como óleos refinados e margarina) pelo óleo de coco extra-virgem. O óleo de coco substitui tais óleos nocivos muito bem inclusive em assados. Você pode usar o óleo de coco extra-virgem – em quantidades idênticas – em qualquer receita que leve qualquer tipo de óleo ou gordura. O óleo de coco fica delicioso quando batido em “smoothies” ou vitaminas. Muitas pessoas o consomem às colheradas – eu particularmente não gosto, acho enjoativo, mas ocnheço pessoas que o fazem e adoram. O óleo de coco guardado na geladeira fica bem sólido e seu sabor se torna mais adocicado, quase uma cocada. Se você refrigerá-lo em pequenas porções, pode consumir uma a uma, como se chupasse uma bala. Você pode utilizá-lo para espalhar em torradas, puro ou como manteiga de coco, você pode misturá-lo ao leite morno com ou sem cacau em pó. CLIQUE AQUI para ver a lista de receitas com óleo de coco extra-virgem.
O óleo de coco precisa ser refrigerado? Qual o prazo de validade dele?
Não, o óleo de coco extra-virgem não precisa ser refrigerado. Nas Filipinas e outros países tropicais onde as temperaturas médias costumam ser elevadas e o consumo de óleo de coco é elevado, ele nunca é refrigerado. O óleo de coco extra-virgem é bastante estável porque não é refinado e é altamente saturado. A validade do óleo em condições normais é de cerca de 18 a 24 meses – mas não se preocupe, porque você vai gostar tanto dele que cada vidro nuca vai durar tanto tempo na sua cozinha! Tenha apenas o cuidado de guardá-lo em um local livre de luz solar direta. Em dias quentes o seu óleo estrá normalmente líquido e com colaração translúcida. em dias mais frios ele se solidifica e adquire uma coloração esbranquiçada. Ele continua saboroso e saudável das duas formas.
O óleo de coco extra-virgem é líquido ou sólido afinal de contas?
Acima de 25 graus Celcius o óleo de coco extra-virgem é líquido e translúcido. Abaixo desta temperatura ele se solidifica e adquire uma coloração esbranquiçada. Ele está perfeito para consumo das duas formas.
Qual a quantidade de ômega 3 no óleo de coco extra-virgem?
Nenhuma. O óleo de coco extra-virgem é muito saudável e nutritivo, porém não é uma fonte natural de ácidos graxos ômega 3. Uma boa fonte deste importante ácido graxo é o óleo de fígado de bacalhau de boa qualidade.
O óleo de coco extra-virgem é seguro para mulheres grávidas?
O óleo de coco é um alimento e um alimento bastante comum na Ásia, portanto é considerado seguro para praticamente todas as pessoas, inclusive mulheres grávidas. A excessão fica para aqueles que têm especial sensibilidade ao coco e ainda assim é discutível, já que alergias em geral ocorrem à proteína presente na carne do coco, mas ausente no óleo. De qualquer forma, se você está grávida e nunca consumiu o óleo de coco extra-virgem, experimente com cuidado, em pequenas porções, e observando possíveis reações. O óleo de coco extra-virgem é um alimento extremamente nutritivo e só faz bem para mulheres grávidas.
O cozimento torna o óleo de coco extra-virgem hidrogenado e tóxico, como outros óleos hidrogenados?
Não. A hidrogenação é um processo industrial que altera a estrutura química dos óleos, transformando-os em gorduras trans, reconhecidamente prejudiciais à saúde. O óleo de coco extra-vrgem é extremamente estável, inclusive em altas temperaturas – só nõ é aconselhável que se ultrapasse seu ponto de fumaça, de 232 graus Celcius, quando ele se torna amarelado e impróprio para consumo. O ponto de fumaça do óleo de coco extra-virgem aumenta ainda mais quando ocmbinado com o óleo de palma extra-virgem (que ainda não é encontrado para venda no Brasil, infelizmente)
Qual a quantidade de ácido láurico contida no óleo de coco extra-virgem?
Todas os óleo de coco contém grandes quantidades de ácido láurico, normalmente em torno de 50% de sua composição, mas este número pode variar de acordo com a variedade de coco utilizada, grau de maturidade na colheira, tempo de colheita, etc. Algumas boas marcas de óleo de coco extra-virgem chegam a ter 62% de ácido láurico em sua composição. Entretanto a quantidade de ácido láurico não é necessariamente um indicador da qualidade do óleo de coco, ou pelo menos não é o único.
O óleo de coco extra-virgem é aquecido durante o seu processamento?
Em geral sim, ao final do processo, logo antes da embalagem. Iso se faz necessário para assegurar que não haverá umidade misturada ao óleo e para separar eventuais sóldos que ainda tenham permanecido no óleo. O aquecimento é muito baixo (bem abaixo da temperatura de ebulição) e por pouco tempo (10 a 15 minutos). Os óleos de coco desodorizados são processados a temperaturas mais altas, chegam a até cerca de 200 graus Celcius. O não aquecimento permite que alguma unidade pemaneça no óleo, diminuindo seu tempo de prateleira.
O óleo de coco extra-virgem é prejudicado no aquecimento? E como ficam as enzimas?
O óleo de coco NÃO é prejudicado no aquecimento e nem tem sua estrutura química alterada de qualquer forma. Ao contrário de outros óleos vegetais, os ácidos graxos de cadeia média são muito resistentes a quaisquer alteração via aquecimento. Isso vale inclusive para os óleos de coco desodorizados, que são processados em temperaturas elevadas Isso faz com que o óleo de coco seja um dos melhores óleos para serem utilizados na cozinha.
Algumas pessoas se preocupam com o fato de que até memso o ligeiro aquecimento do óleo de coco extra-virgem possa destruir enzimas e outros nutrientes benéficos. Porém há que se considerar que o coco é típico da região dos trópicos, onde as temperaturas ambiente são em geral bastante elevadas. O óleo contido num coco ainda fechado, crescendo no alto de uma árvore exposta ao sol já chega a atingir temperaturas acima de 40 graus Celcius durante seu período de crescimento. Alguns testes de laboratório já mostraram que essas temperaturas elevadas podemmaximizar a ação de alguns antioxidantes presentes no óleo de coco. Quanto às enzimas, elas estão presentes na carne do coco e não no óleo. Você não gostaria que seu óleo tivesse enzimas porque elas o tornariam rançoso. Você também precisa consumir coco fresco em sua dieta ocasionalmente para se beneficiar de suas enzimas, na verdade para realmente se beneficiar dessas enzimas você deveria consumi-lo recém tirado do coqueiro!
Será que consumir o coco fresco tráz os mesmo benefícios de se consumir o óleo de coco extra-virgem?
O coco inteiro contém óleo de coco, obviamente, porém você teria que consumir uma grande quantidade de coco para obter uma quantidade razoável de óleo em sua dieta. O coco contém muito mais do que somente óleo. Ele também contém fibras, proteína e açúcar (açúcar natural, bem lembrado!). Algumas pessoas podem ter alergia ao coco inteiro, mas não terem problemas em consumir o óleo puro. Isso porque o óleo puro não contém proteínas, a causa mais comum de alergias. Se você está tentando restringir o açúcar da sua dieta, o óleo também acaba sendo uma melhor opção. O coco fresco tem vida de prateleira curta, então o melhor lugar para consumi-lo é à beira da praia, em locais onde ela tenha sido recém colhido.
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ola, gostaria de saber se eu posso tomar o oleo de coco, pq estou amamentando pos o meu bebe tem 1 ano e 2 meses..obrigadas..
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