CLIQUE AQUI e saiba mais!
Autor: Dr. Alexandre Feldman, médico
O Engodo do Colesterol
A hipótese equivocada de que o colesterol causa doenças do coração surgiu na década de 50, não passou pelos testes científicos mais básicos e, mesmo assim, sobrevive. Sobrevive porque os pesquisadores interessados nessa hipótese menosprezam e simplesmente se recusam a levar em consideração todas e quaisquer observações científicas que a contradizem. Estes pesquisadores se agarram à associação mais fraca que poderia apoiar sua hipótese e a chamam de prova irrefutável.
A teoria da moda você já conhece, pois está sempre em todas as revistas populares, jornais e na TV: a alimentação à base de gordura de origem animal determina os níveis de colesterol no sangue. Alimentos com altas quantidades de colesterol – ovos, leite, carne, banha, sebo, bacon e gordura de coco – seriam os principais culpados. Em seguida, esse colesterol alto seria a causa da chamada aterosclerose, o endurecimento das artérias. E por fim, esse colesterol entupiria as artérias coronárias e cerebrais, provocando infartos e derrames.
Assim, por muitos anos e décadas, milhões de pessoas aturaram uma dieta insípida e monótona, lutaram contra os sérios efeitos colaterais de remédios para abaixar o colesterol e gastaram verdadeiras fortunas – em vão, pois pesquisas cientóficas já demonstram, faz tempo, que todo esse esforço é inútil.
Tudo começou em 1953, quando o diretor do Laboratório de Fisiologia da Universidade de Minnesota (EUA), dr. Ancel Keys, publicou um artigo no qual dizia estar “abundantemente claro” que as doenças cardíacas poderiam ser prevenidas – e que ele já sabia quais eram as medidas a serem tomadas.
A comida gordurosa era a culpada, e ele provou isso com um gráfico. Esse gráfico ilustrava, em um dos eixos, a taxa de mortalidade cardíaca em seis países, e no outro eixo, a quantidade de gordura ingerida nesses países. Os pontos do gráfico traçavam uma curva (correlação) quase perfeita. Tão perfeita que o gráfico mais parecia resultar de um experimento em física do que em biologia. Estava lá: quanto mais gordura um determinado país consumia, mais alta era a taxa de mortalidade cardiovascular. A curva era tão perfeita que sugeria que se uma pessoa evitasse completamente a gordura, ela jamais morreria do coração.
Um ano mais tarde, uma das mais renomadas revistas científicas (The Lancet) publicou a seguinte declaração: “A curva demonstra uma relação quase convincente entre a quantidade de gordura da alimentação e o risco de morte coronariana”.
Para começar: como foram medidas as taxas de mortalidade cardíaca nesses seis países? Através dos atestados de óbito. E quem disse que aquilo que está escrito naquele papel é a verdade?
Um artigo publicados no prestigioso The New England Journal of Medicine e The Lancet aponta que é colocado o diagnóstico errado em um de cada três atestados de óbito .
No gráfico do dr. Keys, o país com mortalidade cardíaca mais baixa era o Japão. Sabe-se que, segundo a cultura tradicional japonesa, morrer do coração seria considerado uma coisa degradante, de modo que muitos parentes pediam a seus médicos que omitissem do atestado essa causa de morte.
O interessante, aqui, é entender por que o autor usou apenas seis países em seu gráfico, quando na época já existia essa mesma informação para 22. A razão é simples: se todos os países tivessem sido incluídos no gráfico, a correlação diminuiria incrivelmente.
Em países consumidores de muitas gorduras, como o México, a taxa de mortalidade era sete vezes menor que da Finlândia, que consumia praticamente as mesmas quantidades de gordura. Essa falha chegou a ser apontada em um artigo no The New York State Journal of Medicine . O incróvel é que os seus autores, apesar de terem oferecido uma visão crítica à pesquisa apresentada, são citados em um livro de 1979 como partidários da hipótese .
Outro detalhe: Por que, com o passar das décadas, a taxa de mortalidade cardíaca aumentou quando o consumo de gordura diminuiu?
O pesquisador R. Masironi publicou, em 1970, no Boletim da Organização Mundial de Saúde , um trabalho mostrando que a taxa de mortalidade cardiovascular em cidadãos iugoslavos de meia idade aumentou de três a quatro vezes entre 1955 e 1965, enquanto a ingestão de gordura diminuiu em 25 por cento. O autor concluiu que não há prova de que a gordura exerça algo além de um papel marginal na causa das doenças cardíacas.
O engraçado é que esse mesmo autor e essa mesma pesquisa são citados, anos mais tarde, como sendo também a favor da correlação positiva entre ingestão de gordura e colesterol .
Na Inglaterra, entre 1930 e 1970, houve um aumento dos ataques cardíacos, enquanto a ingestão de gordura animal permaneceu constante desde 1910 .
Nos Estados Unidos, a mortalidade cardíaca aumentou em cerca de dez vezes entre 1930 e 1960. Manteve o patamar durante a década de 60 e, desde então, vem diminuindo bem lentamente. É verdade que, durante este lento declínio, o consumo de gordura diminuiu; porém esse consumo também havia diminuído durante as três décadas de aumento vertiginoso da mortalidade .
A explicação mais provável é que um número cada vez maior de indivíduos sobrevive ao ataque cardíaco graças aos avanços nos tratamentos.
A Suíça apresentou, a partir da década de 40, um declínio na taxa de mortalidade cardíaca e um aumento de 20 por cento na ingestão de gordura de origem animal .
No início da década de 60, o professor George Mann, da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, levou um laboratório móvel para o Quênia, na África, a fim de estudar uma tribo cuja dieta era apenas leite, carne e sangue de animais. A tribo era radical. Nada de verduras. Só leite, carne e sangue para os mais jovens. Quatro litros de leite por dia, portanto quase meio quilo de gordura. Bastante carne também.
E sabe o que acontecia? Eles não morriam do coração, pois o colesterol deles era baixo. A explicação é óbvia: nós e todos os mamíferos deste mundo fabricamos colesterol no organismo. Afinal, ele é muito importante para nossa sobrevivência. Quando comemos gordura animal ou colesterol, a nossa produção automaticamente diminui. E vice-versa. Esse mecanismo de preservação dos níveis de colesterol é muito importante para nossa saúde e bem-estar; por essa razão é tão difícil abaixar o colesterol a longo prazo com dietas.
Mas a conclusão de outros pesquisadores de Chicago – dr. Bruce Taylor e sua equipe – foi diferente. Ele teorizou que estas tribos africanas teriam vivido isoladas por milênios, e assim desenvolvido uma capacidade genética especial de lidar com o colesterol. Este pesquisador nem sequer cogitou a possibilidade desse fenômeno ser controlado por outros fatores, como por exemplo atividade física e fatores ambientais.
Todo cientista sabe que podem existir explicações diferentes para uma mesma observação, porém este pesquisador e sua equipe simplesmente ignoraram qualquer outra hipótese e publicaram a mesma teoria em quatro revistas científicas. Na época, a publicação dos mesmos resultados em diferentes periódicos era comum e, também, um método fácil para turbinar a ascensão na carreira profissional. Hoje em dia as coisas mudaram; um pesquisador que faça isso pode se prejudicar imensamente .
Em primeiro lugar, a teoria de que você adquire uma característica favorável e em seguida a transmite geneticamente é infundada e já foi descartada há mais de um século. Qualquer característica ou já está presente na carga genética ou surge espontaneamente, a partir de uma mutação. Se for importante para a sobrevivência, o número de indivíduos com ela aumentará com o passar das gerações, e acabará ultrapassando o número de indivíduos sem ela.
Mas isso só acontece se essa característica aumentar a sobrevivência antes da maturidade sexual. Ora, indivíduos com uma característica genética protetora contra alguma doença que ataca somente após a maturidade sexual – no caso as doenças coronarianas – não têm a menor chance de aumentar sua população em comparação com indivíduos sem a tal característica, pois estes últimos transmitem a sua carga genética para seus filhos antes de desenvolverem a doença.
Este pesquisador e sua equipe poderiam, se quisessem, ter aproveitado a visita ao Quênia e ido até a sua capital, Nairóbi, para ver o que acontecia com os membros da tribo que a abandonaram e se tornaram “civilizados”. Afinal, a dieta em Nairóbi é muito mais diversificada.
Se o colesterol baixo daquela tribo era uma questão genética, deveria permanecer baixo na cidade grande, onde se consome bem menos gordura do que naquela tribo exótica.
Estudos posteriores demonstraram níveis de colesterol 25 por cento mais altos nos membros da tribo que se mudaram para a capital .
Mas mesmo assim as grandes autoridades mundiais sustentadoras do engodo do colesterol adoram a teoria genética para explicar aquela tribo, e escrevem: “… o fato é que as peculiaridades daqueles nômades primitivos não possui relevância na (…) nossa população.” Mas simplesmente não explicam a razão .
Outro trabalho que, curiosamente, nunca é citado em tratados científicos de revisão sobre o assunto é do dr. S. L. Malhotra, que estudou, durante cinco anos, a incidência de doenças do coração em mais de um milhão de empregados da rede ferroviária da Índia. Desta população, os indivíduos da cidade de Madras, no sul do país, tinham a maior taxa de mortalidade cardíaca (135 indivíduos para cada cem mil empregados); e os indivíduos da cidade de Punjab, no norte, detinham a taxa mais baixa de todas (20 indivíduos para cada cem mil empregados). O detalhe: Os indivíduos de Punjab comiam 10 a 20 vezes mais gorduras que aqueles de Madras, que preferiam produtos e óleos de origem vegetal. (Malhorta SL: Epidemiology of ischaemic heart disease in India with special reference to causation. British Heart Journal 29: 285-905).
A dieta mediterrânea é freqüentemente lembrada pelos cientistas que acreditam no engodo do colesterol. As populações mediterrâneas de modo de vida simples possuem uma vida longa e saudável, em comparação a muitas outras. Possuem o colesterol baixo e um índice bem menor de doenças cardíacas. Infelizmente, lemos e ouvimos diariamente que a dieta mediterrânea é baseada quase exclusivamente de ingredientes vegetarianos e massas das mais diversas, banhados em azeite de oliva e regados a vinho.
Mas quem já visitou a Grécia, Itália, Marrocos e países mediterrâneos – e não ficou só passeando nos shoppings – sabe que esses povos não são nada vegetarianos. Eles também comem carne e peixe diariamente, utilizam ovos para fazer molhos, sopas, ensopados e cozidos, além de salsicha, manteiga, creme de leite e toicinho. Na Grécia, o consumo de queijo é altíssimo. Estima-se que o cidadão de Creta coma, sozinho, quase meio quilo de queijo de cabra por dia.
Se você não visitou a Grécia, não tem problema. Vá à livraria mais próxima e dê uma olhada nos livros de receitas tradicionais da região do Mediterrâneo. Você vai se surpreender.
Um detalhe: Na ilha grega de Corfu, cuja população possui níveis de colesterol mais baixo do que em Creta, morre-se cinco vezes mais do coração.
Além disso, existe o chamado paradoxo francês: em muitas regiões da França, existem populações com taxas de colesterol alta e baixa mortalidade do coração. Se você já fez uma excursão gastronômica pela França, com certeza sabe que a dieta dos franceses é repleta de margarina, ovos, queijo, creme de leite, fígado, patês e carnes gordurosas. Na região da Gascênia, onde o patê de fígado de ganso é a base da dieta, os índices de mortalidade coronariana são baixíssimos. Como explicar isso?
Simples: não há explicação, se você se basear nos valores de colesterol. Estes dados provam que a gordura e o colesterol, em si, não possuem relação de causa/efeito com a doença cardíaca.
No Japão, os as pessoas geralmente têm baixo colesterol e baixo índice de mortalidade cardíaca. Mas quando migram para o ocidente, o seu colesterol e os índices de mortalidade se equiparam ao do país para o qual migraram.
Em 1958, o dr. Ancel Keys (o mesmo que deu o pontapé inicial na história do colesterol) publicou essas constatações em um estudo, como sendo mais uma comprovação de que o colesterol entope as artérias. O que ele não constatou é que esses japoneses, após migrarem para os Estados Unidos, apresentaram não apenas um aumento da mortalidade cardíaca mas também uma diminuição, em igual proporção, da mortalidade por derrame cerebral, e uma diminuição ainda maior da mortalidade total .
No ano de 1958, o Japão era um país pobre, em plena fase de recuperação da Grande Guerra. Ninguém precisa ir ao Japão de 1958 para concordar que pobres não comem carne. No mundo inteiro, gordura sempre foi comida de rico. No Brasil, existe até a expressão “nata da sociedade”. Na França, “crême de la crême”.
No Japão de hoje, as coisas mudaram, mas mesmo assim ainda se fala – erradamente – que seu povo, detentor da mais alta taxa de expectativa de vida do planeta, come uma dieta com baixos teores de gordura. Entretanto eles consomem muita gordura animal, inclusive ovos, carne suína, bovina, de galinha, miúdos e frutos do mar. O que eles não consomem em quantidade é óleo vegetal, farinha branca e alimentos processados industrialmente.
A expectativa de vida dos japoneses aumentou desde a Segunda Guerra Mundial, em compasso com um aumento no consumo de gordura e proteína na dieta desse povo .
Quando os imigrantes do Japão pobre foram para os Estados Unidos, país rico e diversificado, eles fizeram muito mais do que só comer mais gordura. Existem inúmeros fatores no seu novo estilo de vida que podem ter provocado doenças cardíacas: menos atividade física, mais estresse, mais poluição… Além disso,é preciso lembrar que no Japão é degradante morrer do coração, ao passo que é extremamente digno morrer de derrame.
Dr. Michael Marmot, um médico britânico, estudou a relação entre os níveis de colesterol e os hábitos e estilo de vida dos japoneses imigrantes nos Estados Unidos e demonstrou que os imigrantes que adotavam estilo ocidental (filosofia de vida, modo de vestir e agir, padrões de estresse, sono, atividade física, religião) e continuavam comendo aquilo que comiam no Japão adoeciam do coração duas vezes mais que os que mantinham as tradições japonesas e comiam dieta americana repleta de gordura. Postulou que existiriam fatores na cultura tradicional japonesa que os protegeriam de adoecer do coração. Estes fatores estão presentes até hoje naquela cultura, entre os quais estão a estabilidade social, as virtudes da união de esforços para a obtenção de resultados, a coesão entre os grupos sociais e a família e o apoio constante por parte do grupo social. Tudo isso protege contra o estresse emocional e social, que o dr. Marmot acredita serem importantes causas de doenças cardíacas. Essas tradições japonesas são totalmente diferentes da filosofia ocidental, americanizada, individualista .
Pergunto: esses estudos são mencionados na literatura científica de revisão sobre o assunto? Não. São ignorados, juntamente com todos aqueles já mencionados, além de inúmeros outros. As autoridades médicas preferem olhar apenas para aqueles estudos que sustentam a relação colesterol/doenças do coração. Os estudos que não a sustentam são desvalorizados.
Quando um pesquisador escreve um artigo científico, ele sempre menciona, cita, os trabalhos de outros autores, mais ou menos da mesma forma como eu estou fazendo neste livro. Existe até um Índice Internacional de Citações, onde você pode descobrir quem citou um determinado trabalho, o quanto esse trabalho está sendo citado, e em quais publicações. As revistas científicas de maior prestígio são aquelas que têm seus artigos citados com mais freqüência. Os trabalhos dos cientistas mais brilhantes, como por exemplo aqueles que ganham o prêmio Nobel, são muitíssimo citados. Se você é um pesquisador científico, então o seu prestígio é proporcional ao número de vezes que os seus trabalhos são utilizados em trabalhos de seus colegas. Assim, qualquer um poderá consultá-lo.
Os trabalhos científicos aqui mencionados, e que não sustentam – pelo contrário, derrubam totalmente – o engodo do colesterol, foram muito bem realizados, publicados em revistas científicas de prestígio, e esquecidos. Quase ninguém os cita. É como se fosse um verdadeiro boicote contra a verdade, dentro de um classe que deveria trabalhar a serviço da saúde e bem-estar da humanidade.
Importantes pesquisas científicas revelam algo que você precisa saber: quando se abaixa o colesterol das pessoas através de dieta, drogas ou ambos, ocorre também um aumento na taxa de mortalidade provocada por suicídio e outros atos violentos.
A explicação: o colesterol é uma substância extremamente importante para o organismo, e possui, no cérebro, um elo fundamental com a serotonina.
Existem estudos demonstrando que quando a concentração de colesterol nos neurônios de ratos aumenta, aumenta também o número de receptores de serotonina. Quanto mais baixa a taxa de colesterol, mais baixo será o número desses receptores.
Doenças como enxaqueca, depressão, ansiedade e agressividade excessiva estão associadas a uma diminuição do número de receptores de serotonina nos neurônios.
Assim, é perfeitamente possível que concentrações muito baixas de colesterol no sangue possam resultar em uma diminuição dos receptores de serotonina do cérebro, ocasionando enxaquecas, crises de depressão, ansiedade, cansaço crônico e comportamento agressivo .
Nem todo o colesterol é bom
O colesterol é uma substância importantíssima para o bom funcionamento do nosso organismo. Porém, se exposto a condições de temperatura muito alta, como é o caso do processamento industrial de certos alimentos, ele pode se danificar, oxidando-se. O colesterol oxidado tem sido relacionado a lesões e obstruções nas paredes das artérias.
Esta modalidade alterada de colesterol, pode ser encontrada, por exemplo, no leite em pó, soro de leite desidratado, ovos desidratados, carnes e gorduras submetidas a altas temperaturas, como frituras e churrascos preparados muito próximos à brasa.
CLIQUE AQUI para ler de onde surgiu o moto de que gordura faz mal.
























Nossa, é de se pensar no assunto, estou um pouco abalada (rssss) Será que posso acabar com essa neura do colesterol? Quando os médicos fazem autopsia em cadaveres que tiveram enfarte, dizem que eles encontram as artérias entupidas de gordura (colesterol). Pat não seria excesso de alimentos gordurosos ou seria outra substancia?
e por isso q o clado de carne tem de ser cosido em fogo baixo???
pat seguia uma dieta elaborada por uma nutricionista(pra emagrecer)mas nao comia nada de gordura…e realmente sentia muita dor de cabeça..cansaço..tinha crise de ansiedade que precisava devorar doces ate nao consegui mais….ai fica deprimida por nao seguir a dieta…ai dava vontade de comer denovo..e assim por diante…era um horror…tava ficando careca de tanto perde cabelo e minhas unhas eram um horror…agora descobri por que!!!!!!!!!!!!
Franciele, o cozimento lento é justamente para que as gorduras das carnes não se oxidem e para que não se percam muitos nutrientes (alguma coisa sempre se perde no cozimento, mas com esses cuidados as perdas são mínimas).
Essa matéria realmente é inovadora!!! Mas quando se fala em colesterol, está se falando do “bom” ou do “ruim”. Esse que fabrica a serotonina seria o “bom”? E o “ruim” realmente é maléfico ao nosso organismo? Confesso que fiquei um pouco confusa… Se vc pudessem me esclarecer estas dúvidas, realmente agradeceria.
Até mais….
Essa materia realmente e muita boa! Eu estou com colesterol alto! O que posso fazer para abaixar as taxas? eu tenho Diabetes!!…Se vc poder me ajudar nisso eu agradeco imensamente.Sandy
Boa tarde, após ler alguns textos do Dr. Feldman procurei analisar e realmente ver que há alguma mentira sendo divulgada pelos “grandes esquemas de cientístas”, pois faço dieta pobre em gordura saturada desde o ano 2000, e meu colesterol total sempre está no limitrófe o LDL alto, e o HDL baixo. Meu irmão que sempre cozinhou com gordura de porco, nunca teve nenhum problema com nenhum dos colesteróis, sendo assim comecei essa semana a cozinha somente com gordura de porco, mas eu mesmo preparo minha gordura, pois compro o toucinho aqueço até ter aquela gordura pura sem mistura dos fabricantes. Em breve dou mais notícias, e agradeçoa ao Dr. Feldman por está se colocanda à ajudar a sociedade de maneira clara e objetiva.
Abs. Carlos Chagas.
Carlos, como você prepara a sua gordura de porco? Será que não faz mal à saúde?
Um abraço,
Marta
Pat, gostei muito dos comentários sôbre gordura na alimentação. Mas gostaria de saber mais sôbre gordura de porco. A gordura de porco, pura, extraída do toucinho, é considerada “veneno”, também? Dizem que o alimento preparado com gordura de porco, fica muito mais saboroso.
É gostoso, mas será que é saudável?
Acho que para uma maior conscientização das pessoas à respeito do perigo do colesterol, deveria haver uma explanação maior sôbre o que é “colesterol bom”, e o que é “colesterol ruim”. Grata. Diva Falcão.
Cara Pat, muito bom este artigo, pleno de informações interessantes. Em meu blogue também abordo este tipo de temas. Por exemplo, veja este artigo sobre o Dr. Ancel Keys – http://www.canibaisereis.com/2009/04/04/ancel-keys-pai-da-epidemiologia/
Pat,
Achei interessante o artigo, mas confesso que senti falta de uma conclusão…Se a ingestão excessiva de alimentos ricos em colesterol não está relacionada as doenças coronárias, o que está? Também fico confusa entre o que seria colesterol e o que seria gordura saturada nesse texto. Confesso que me preocupo mais com a gordura saturada do que com o colesterol… Não acho que devemos abolir mas fico com medo de “liberar geral” o seu consumo, por isso apesar de usar manteiga (nunca margarina) dou preferencia ao azeite e oleo de canola para cozinhar. Ainda não estou convencida com o óleo de coco…
Gorduras hidrogenadas e trans, produtos (propositais ou não) do processamento massificado dos alimentos, esses sim acho que são os verdadeiros vilões da alimentação moderna.
Obrigada por estar sempre levantando tópicos tão relevantes e derrubando tabus relacionados a nossa alimentação, conhecimento é poder!
Liana, esse texto é parte de um todo extraído do livro A DOR DE CABEÇA MORRE PELA BOCA. Lá você entenderá os demais detalhes!
@anaclaudiabessa Eles dizem que é prejudicial porque é saturada, mas… http://pat.feldman.com.br/?p=41 Leia!
Medo de gordura?? Eu heim!! http://pat.feldman.com.br/?p=41
Oi Pat, vi uma reportagem informando que o consumo de ovos fritos seria benéfico para o colesterol e lembrei de vc.
Deixo o link, http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=ovos-fritos-cozidos-ajudar-baixar-pressao-sanguinea&id=4260&nl=sit
abs, Carol
Obrigada, Carol!
Pat, seu artigo reforçou o que eu lera em dois livros que tratam do equívoco sobre a relação entre colesterol alto e aumento de casos de doenças coronarianas.
O que me chamou a atenção é ser degradante morrer do coração no Japão.
No livro você explica?
Pat no seu livro fala para não fritarmos a carne,mas como posso fazer a banha de porco em casa,sem fritar?É que eu consegui comprar carne de porco direto de um criador e queria fazer banha…obrigada
@PatFeldman cria dia oficial de combate à desinformação sobre o colesterol. http://tr.im/w1DU
Pat, outro artigo publicado em português em http://www.infarctcombat.org/polemica-45.icem.html coloca o colesterol como inocente e tece duras criticas sobre sua campanha. Fica parecendo que existem muitos interesses na perpetuação desse engodo!
Adriana, fiquei super curiosa com o artigo que você enviou, porém o link não funciona… Me manda de novo, ou manda o texto na íntegra no meu e-mail.
http://www.infarctcombat.org
Esse é o link correto…depois é só procurar o texto desejado
Pat, mil desculpas. O link certo para o artigo “O colesterol é inocente!” é http://www.infarctcombat.org/polemica-45/icem.html
É interessante também o artigo “Leite gordo: Benéficos efeitos na redução de doença cardíaca e derrame!” em http://www.infarctcombat.org/polemica-46/icem.html
Em relação ao leite eu acrescento que taia benefícios devem ser creditados ao leite cru, que nada tem a ver com aquele líquido branco, armazenado em caixinhas e chamado de “leite”
Pat, vim aqui pesquisar os arquivos em busca de uma ajuda: minha filha mais velha fez exame de sangue recentemente e está com o colesterol levemente elevado (segundo a médica, deveria ser 170 e está em 200). Ela pediu para controlar a alimentação reduzindo a quantidade de massas, bolos e doces. Aqui a gente come, de um modo geral, tudo integral e com pouco açúcar. Posso cortar alguma coisa, mas não muito, senão a vida fica muito sem graça, né?
O que você sugere em termos de alimentos que ajudem a controlar os níveis do colesterol? Lembro de ter lido algum comentário sobre isso, mas não encontrei.
No exame, diz apenas “colesterol total: 200 mg/dL. Dá uma luz para mim? Eu acho que não devo me preocupar, ao mesmo tempo quero acertar a alimentação.
meu filho tem 10 anos esta com o colesterol alto 212.pra idade dele quantos ele precisa diminuir?
Meu filho tem 8 anos e 244 de colesterol. Fico confusa com o que leio: cada artigo apresenta uma perspectiva. Em quem confiar? Preciso de uma orientaçao, objetiva. Estou desorientada. Angele.
Medo de Gordura??? Sai dessa!!!! http://tr.im/w1DU
RT @patfeldman: Medo de Gordura??? Sai dessa!!!! http://tr.im/w1DU
@chefpaulopecora Colesterol? Vale a pena conferir no Blog da @patfeldman http://bit.ly/4BdilF
Medo de Gordura??? RT @patfeldman http://pat.feldman.com.br/?p=41