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Que amamentar é tudo de bom para a saúde do bebê, todo mundo já sabe. O que se sabe também, mas que não se proclama tanto, é o quanto o ato de amamentar é benéfico para a saúde das mães.
Um artigo publicado do excelente blog do Dr. Mercola enumera alguns desses benefícios e eu resolvi traduzir e publicá-lo aqui, porque um insentivo à amamentação nunca é demais. Logo após a tradução do artigo, vou contar um pouquinho sobre como andam as coisas aqui em casa.
Eu tenho conversado muito com a minha querida amiga Flávia Gontijo, que além de ótima amiga, é uma especialista em amamentação ligada ao grupo Matrice (vale a pena visitar o blog, muito bom!) de apoio a amamentação. Ela tem tido toda a paciência do mundo comigo, me enche de conselhos e tem sempre uma palavra carinhosa quando o desânimo parece querer tomar conta. Me telefone sempre na hora certa, parece até que lê pensamentos!!!
CLIQUE AQUI para ler o artigo “4 grandes benefícios da amamentação para as mães (e o que anda acontecendo por aqui…)” até o final
Faz quase um mês que o meu bebê nasceu, estamos bem adaptados à nova rotina e curtindo muito a novidade. Ele é um anjinho, que já dorme muito bem, chora só quando está incomodado com fraldas sujas ou fome e mama bem, muito bem, mas não no peito…
Hoje é dia 20 de agosto e eu finalmente sentei para escrever sobre como andam as coisas com a amamentação. A amamentação na verdade não anda, novamente eu não estou amamentando… Estou bem triste com isso, não posso negar. Mas não estou triste a ponto de me deixar derrubar. Não posso me dar esse luxo: tenho marido, filho mais velho e bebezinho para cuidar, tenho uma vida para viver e ficar derrubada, deprimida, infelizmente não resolve problema algum.
Eu sempre falei que no meu primeiro filho eu não amamentei porque não tive leite. Nunca acreditava muito quando ouvia mulheres falando que não tinham leite, e confesso que cheguei a duvidar até de mim – nunca tinha tido a experiência da amamentação e até bem puco tempo me perguntava se será que não tinha realmente tido leite ou será que eu simplesmente não tinha insistido o sufiente, se tinha feito algo de errado ou se simplesmente não soube sentir.
CLIQUE AQUI para ler o artigo “Amamentação – Nem sempre é como sonhamos…” até o final
Na verdade o nome dessa bebida não é idéia minha, e nem a bebida em si. Eu tomei essa delícia num café onde costumo ir muito (muitíssimo aliás), o Santo Grão, aqui em São Paulo.
Não sei como a bebida é preparada lá, sei apenas que é uma delícia. Resolvi tentar preparar algo similar aqui em casa e o resultado não poderia ter sido melhor. Nesses dias e noites gelados de agosto é uma excelente opção para esquentar o corpo e a alma. As crianças devem provar também, é mais uma novidade para o paladar ainda em formação dos pequenos, e gengibre só faz bem!
CLIQUE AQUI para ler o artigo ““Choco Ginger”” até o final

FELIZ DIA DOS PAIS PARA TODOS OS PAPAIS QUE APARECEM POR AQUI!!!!!
A primeira homenagem explícita a um pai de que o mundo tem notícias aconteceu na Babilônia, há cerca de 4 mil anos. Arqueólogos encontraram uma homenagem escrita em argila de um garoto chamado Elmusu para o seu pai.
No mundo contemporâneo, o Dia dos Pais surgiu de forma muito semelhante ao Dia das Mães. Em 1910, a norte-americana Sonora Louise Smart Dodd enviou uma petição às autoridades de sua cidade, Spokane, no Estado de Washington, sugerindo uma homenagem a todos os pais, depois de ouvir um sermão em homenagem às mães. A inspiração de Sonora foi o próprio pai, Willian Smart, um veterano da Guerra Civil americana que acabou tendo que criar seis filhos sozinho, depois que sua mulher morreu no parto do caçula. CLIQUE AQUI para ler o artigo “Como surgiu o dia dos pais??” até o final
 Já em casa, na hora do banho!
Estou escrevendo rapidinho, direto da maternidade, para contar que o pequeno Alec chegou ontem, dia 26 de julho!! Ele enrolou bastante, foram 40 semanas e 6 dias de gestação e um trabalho de parto bem longo, de quase 12 horas – ao contrário do que dizem as estatísticas, de que o primeiro filho nasce antes e tem trabalho de parto mais rápido.
Ele veio grandinho e esperto: 49cm e pesando 3190g
Estamos todos muito felizes e passando super bem. Depois de um parto normal super tranquilo, eu estou ótima e cheia de energia!!
O bebezinho parece que está mamando bem e ainda não senti necessidade de grandes ajustes.
Logo volto com novidades, agora vou cuidar da nova cria!
Mais uma aventura culinária de um sábado de espera pelo bebê…
Era para ser umas bolachinhas gorduchas, feitas com a farinha de coco, novidade mais do que esperada na minha cozinha, mas por alguma razão (talvez eu tenha feito bolas grandes demais), cada bolota ficou meio molenda, meio desmanchando, mas ainda assim muito saborosa.
Achei perfeito para comer às colheradas, num potinho cheio de iogurte ou como um bom acompanhamento para sorvetes.
Recomendo, principalmente para aqueles que, por qualquer razão, precisem evitar completamente a farinha de trigo na dieta (celíacos, por exemplo).
CLIQUE AQUI para ler o artigo ““Puffs” de Coco com Blueberries” até o final
Hoje almoçamos em casa, só para variar. Meu marido adora comer fora nos finais de semana – o que eu geralmente agradeço, assim economizo trabalho – mas hoje eu estava inspirada, tinha todos os ingredientes e resolvi encarar, afinal não há nada mais gostoso e saudável do que uma comidinha preparada em casa, com ingredientes super selecionados.
O cardápio hoje foi simples: lasanha de beringela. Aproveitei o trabalho e fiz receita dupla: uma para o almoço e outra que foi direto para o freezer, para ser usada num dia de preguiça ou correria. Congelei já no pirex onde ela será assada, então no dia em que for usar, só preciso me lembrar de tirar umas horas antes do freezer.
Saí da mesa doida por uma sobremesa, e dessa vez não valia fruta, eu queria um sorvete, ou bolo, ou torta, mas a preguiça de sair me venceu. Com um barrigão de 9 meses e muita ansiedade até uma volta no quarteirão é exaustiva DEMAIS!
CLIQUE AQUI para ler o artigo “Bolo de Peras com Polenta” até o final
No último final de semana eu ganhei de presente da minha irmã um delicioso chá de bebê, em homenagem ao pequenino que está a caminho. Eu acho que nunca contei aqui, mas a minha irmã, Gisela, é uma banqueteira das mais competentes, e no evento de boas vindas do bebê ela caprichou no cardápio e decoração – tudo preparado e servido na casa dela!
Eu nem preciso dizer que adorei, né! As minhas convidadas também saíram de lá encantadas e com certeza o encontro foi delicioso pelo bate papo, pela boa comida e pelos bons vinhos (esses, escolhidos a dedo pelo meu pai, um apaixonado pelo assunto).
CLIQUE AQUI para ler o artigo “Tabule de Quinoa” até o final
Eu estava esperando o meu bebê nascer (ó céus, como demora a passar esse final de gravidez!!) e passar pela experiência pessoal da relactação com auxílio de sonda para falar sobre esse assunto tão importante, que com certeza ajudará tantas mamães, mas a Marina, uma amiga querida, passou pela experiência há alguns anos e escreveu um artigo muito completo e instrutivo, que vale a pena ser lido.
A Marina gentilmente permitiu que eu reproduzisse o artigo dela sobre relactação aqui no site Crianças na Cozinha. Depois que eu também passar pela experiência, dando ela certo ou não, venho dar o meu parecer aqui , contando o que foi fácil ou difícil, bom ou ruim.
CLIQUE AQUI para ler o artigo “Relactação, uma experiência” até o final
Nós somos o que comemos. Essa frase é velha, batida, mas absolutamente verdadeira e sábia. Somos o que comemos sim, desde a primeira gosta de leite materno que colocamos na boca (ops, antes do leite materno, vem o colostro materno!). E cada gota de leite, cada grão de comida, hora menos hora, faz diferença no nosso bem estar e na nossa saúde, mesmo que isso não pareça óbvio naquele momento.
As pessoas ainda têm muita resistência em associar bem estar e comida no sentido mais profundo possível. A gente associa, é claro, uma boa refeição como sendo um momento de prazer. A gente associa um cheiro à comidinha da vovó e morre de saudades. A gente associa muitas comidas a muitos momentos, mas pouca gente associa o que comemos durante toda a vida, com males que nos atingem na idade adulta ou velhice (e até na infância e adolecência, cada dia mais cedo).
CLIQUE AQUI para ler o artigo “Alimentação restrita?” até o final
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Não deixe de ler esses livros!
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